O
fim do Auxílio Emergencial já
levou 2 milhões de brasileiros para a pobreza apenas em janeiro. Ao todo, 13%
da população do país, ou 26 milhões de pessoas, estão sobrevivendo com uma renda per capita de apenas R$ 250 por
mês. O impacto do fim do benefício foi calculado pelo coordenador da
Cátedra Ruth Cardoso no Insper, Naercio Menezes Filho, a pedido do G1. Segundo o pesquisador, a quantidade de pobres hoje no Brasil
já é maior do que a observada antes do início da pandemia de coronavírus. Em
2019, 12% da população era pobre, ou seja, cerca de 24 milhões de pessoas. "Com o Auxílio Emergencial, o país conseguiu reduzir a
pobreza, a extrema pobreza e a desigualdade de renda", afirma Naercio.
"A pobreza só não cresceu mais agora porque uma parte das pessoas que
estava em casa e recebeu o auxílio conseguiu arrumar emprego." A deterioração social que o país
enfrenta hoje já era esperada. Todos os indicadores começaram a piorar já com a
redução do benefício de R$ 600 para R$ 300.
06 fevereiro 2021
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
A taxa de desemprego caiu em 18 estados brasileiros no segundo trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNA...
-
O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua na dianteira como a sigla preferida dos brasileiros, agora acompanhado pelo PL, lege...
-
Em Rio Claro (SP), a implantação da taxa de lixo na cidade gerou repercussão, sendo classificada por opositores como um "pacotão antipo...
-
A Câmara Municipal de Pederneiras rejeitou na noite desta segunda-feira, 15, o Projeto de Lei Complementar nº 249/2025, de autoria do Poder...
-
A Polícia Federal realiza nesta quarta-feira (14) uma segunda fase da operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco M...
-
Ao extrair mensagens arquivadas no telefone celular do senador Marcos do Val (Podemos-ES), entregue pelo parlamentar à Polícia Federal (PF) ...
-
"Melhor deixar isso decantar", disse um presidente de partido do centro, ao ser questionado s...

0 comments:
Postar um comentário