• Malandragem da "evangélica"

    Michelle torna trabalho de risco a cobertura jornalística no hospital
  • Fraude em descontos do INSS

    PF cumpre mandados de prisão e faz buscas
  • Berraram em vão?

    Presidente da CPMI do INSS disse que não há provas contra Lulinha

17 março 2026

Pesquisa: Brasileiros querem taxar igrejas e rejeitam ostentação de líderes religiosos

A maioria dos brasileiros é contra a isenção de impostos para igrejas, templos e líderes religiosos e considera “absurda” a ostentação de pastores e autoridades religiosas que exibem luxo — de helicópteros e aviões a iates. Os dados são de uma pesquisa nacional encomendada pelo ICL e realizada pela Ágora Consultores, com quase 10 mil entrevistados, entre 17 e 23 de novembro de 2025, indicando que 60% defendem que todas as instituições religiosas devem pagar impostos e, dentro desse grupo, 35% afirmam que “não só devem pagar impostos, como deveriam ser mais fiscalizadas”. A percepção de privilégios fiscais e de opulência religiosa cresce justamente num país em que fé, mercado e representação eleitoral passaram a caminhar juntos — nem sempre em favor do interesse público. A oposição à isenção se sustenta “de forma ampla” entre recortes distintos. Quando se inclui quem aceita algum tipo de cobrança com isenção específica para pequenas igrejas e templos, a abertura para taxação sobe para 71% dos pesquisados.

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Malandrão: Trump cria subterfúgio para retomar tarifas sobre 60 países

O governo dos Estados Unidos abriu uma ampla investigação comercial envolvendo 59 países e a União Europeia para apurar suspeitas de uso de trabalho forçado em cadeias produtivas que abastecem o mercado americano. Entre os países citados está o Brasil. A iniciativa foi anunciada na quinta-feira (12) pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). O processo busca verificar se produtos exportados para os EUA são fabricados com mão de obra obtida de forma coercitiva — prática considerada ilegal pelas normas comerciais americanas. Caso sejam identificadas irregularidades, Washington poderá impor restrições comerciais, incluindo a aplicação de novas tarifas de importação. A investigação surge como uma alternativa política após a Suprema Corte dos Estados Unidos ter bloqueado, em 20 de fevereiro, parte da política tarifária defendida pelo presidente Donald Trump. A nova frente de apuração amplia o foco da disputa comercial ao examinar práticas trabalhistas nas cadeias globais de produção. A lista de economias investigadas é extensa e inclui aliados estratégicos de Washington, como Israel, Arábia Saudita, Argentina e países da União Europeia, além de potências comerciais como China, Japão e Canadá. Também aparecem na relação nações da Ásia, do Oriente Médio, da África e da América Latina.

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Ferrou de vez: Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira estão entre contatos de Daniel Vorcaro

Novos documentos encaminhados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS ampliaram o alcance político e empresarial das investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e preso em 4 de março. Entre os contatos registrados em seu telefone celular aparecem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República, e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A existência desses registros foi revelada pela jornalista Mônica Bergamo, em coluna publicada no jornal Folha de S. Paulo. Procurados, ambos os parlamentares negaram qualquer relação direta com o banqueiro. Flávio Bolsonaro afirmou que nunca manteve contato com Vorcaro e sugeriu que seu número possa ter sido compartilhado por terceiros. Já Nikolas Ferreira declarou que jamais se encontrou com o empresário nem trocou mensagens ou telefonemas com ele. O deputado mineiro, no entanto, esteve a bordo de um jato particular pertencente a Vorcaro durante a campanha eleitoral de 2022, quando viajou para encontrar o então presidente Jair Bolsonaro. Segundo Ferreira, à época ele não sabia quem era o proprietário da aeronave.

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Do MDB: Deputada é alvo de operação contra fraude do INSS e usará tornozeleira

Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (17) a Operação Indébito, novo desdobramento da Operação Sem Desconto, que apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS. Entre os alvos está a deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE), que foi alvo de busca e apreensão e teve o uso de tornozeleira eletrônica determinado pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. O nome de Gorete Pereira já aparecia em apurações anteriores sobre o esquema. Reportagem do Diário do Nordeste informou, em maio de 2025, que a ex-parlamentar era investigada por ter recebido procuração da associação AAPEN para celebrar acordo de cooperação técnica com o INSS, o que lhe daria amplos poderes na formalização do vínculo com a autarquia. Suplente em exercício do deputado Yury do Paredão (MDB-CE), atualmente licenciado da Câmara, Gorete trocou o PL pelo MDB no início deste ano.

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E daí? Ala do STF teme impacto político de piora de saúde de Bolsonaro

Uma parte do STF (Supremo Tribunal Federal) tem externado preocupação com uma eventual piora do quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro e a defender que ele seja encaminhado para prisão domiciliar. A avaliação é de que, se ele piorar ou o quadro de saúde se tornar irreversível, a situação política do STF se agravaria, com um fortalecimento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de candidaturas anti-STF pelo país, ampliando a chance de uma maioria bolsonarista no Senado a partir de 2027 capaz de levar adiante um processo de impeachment contra ministros. O próprio ministro Alexandre de Moraes já teria, segundo relatos, sido alertado desse cenário. Procurado pela CNN na segunda-feira (17), ele não se manifestou.

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Malandragem da "evangélica": Michelle torna trabalho de risco a cobertura jornalística no hospital

Antigamente, dizia-se que a vida imitava a arte. Hoje, algumas pessoas preferem desperdiçar a existência imitando influenciadores. Quando a influência é maléfica, seguidores viram perseguidores —como os bolsonaristas que usam um vídeo maledicente para perseguir repórteres desde sábado. O mercado da má influência não precisa de fatos. Já dispõe de mentiras prontas. Monetizada, a inverdade vira mercadoria. Os que propagam a maledicência, como fizeram Michelle Bolsonaro e parlamentares bolsonaristas, viram sócios da indústria do ódio, o empreendimento que mais prospera no país. Na filmagem de sábado, uma influenciadora acusa repórteres de desejarem a morte de Bolsonaro na frente do hospital onde está internado. Ela disse ter gravado os comentários. Mas não exibiu nada além dos seus próprios vitupérios. De repente, a cobertura jornalística da internação de Bolsonaro virou atividade de alto risco. Repórteres e familiares passaram a sofrer ameaças. Entidades representativas do jornalismo protestaram. É pouco. Há pelo menos dois boletins de ocorrência policial.

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Perturbação: Ex fez B.O. contra coronel casado com PM morta com tiro

Um boletim de ocorrência registrado em 2010, em Taubaté, interior paulista, mostra que uma dentista, à época casada com o hoje tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, procurou a Polícia Civil para denunciar problemas envolvendo o oficial. O documento foi registrado pelo plantão policial e descreve conflito familiar que, segundo a vítima, vinha afetando sua tranquilidade. De acordo com o registro, obtido pelo Metrópoles, a mulher afirmou que vinha enfrentando episódios de perturbação ligados ao já ex-companheiro, que já integrava a Polícia Militar. O documento oficial relata que a dentista chegou a procurar a PM para tratar do problema, mas decidiu formalizar a ocorrência na Polícia Civil. O registro menciona ainda que o conflito envolvia questões ligadas à convivência e à tranquilidade da residência, em meio a desentendimentos entre o casal à época, por causa da filha. Segundo a dentista, o oficial não respeitava as datas de visita, determinadas judicialmente.


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Berraram em vão? Presidente da CPMI do INSS disse que não há provas contra Lulinha

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta segunda-feira (16/3) que não tem como afirmar que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, recebia mesada de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. De acordo com ele, faltam provas da relação do filho do presidente Lula com o lobista, preso na investigação sobre as fraudes no INSS. Ele acusou o governo federal de fazer uma “blindagem” em Lulinha e, com isso, dificultar o trabalho da CPMI. “Eu não posso dizer que o filho do presidente, Fábio Luiz da Silva, tenha culpa. Por quê? Porque nós não temos a prova. Mais cedo, a defesa de Lulinha confirmou que o empresário viajou para Portugal com o Caraca do INSS. No entanto, os advogados negam participação do filho do presidente Lula nas fraudes envolvendo aposentados e pensionistas.

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Fraude em descontos do INSS: PF cumpre mandados de prisão e faz buscas

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, na manhã desta terça-feira (17/3), a Operação Indébito, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões. O caso foi revelado pelo Metrópoles. A ação é um desdobramento da Operação Sem Desconto e tem como foco aprofundar as investigações sobre possíveis irregularidades na inclusão de cobranças indevidas em benefícios previdenciários. Ao todo, são cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão e outras medidas cautelares, no Distrito Federal e no Ceará.

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