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24 julho 2026

Bem-feito, safado: Justiça mantém condenação de Sikêra Jr. por falas homofóbicas

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve a condenação de Sikêra Jr. e da RedeTV! ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos causados à população LGBTQIA+. A decisão envolve declarações consideradas homofóbicas feitas pelo apresentador durante o programa Alerta Nacional, em 2021. Segundo reportagem do Metrópoles, o pagamento da indenização deverá ser feito de forma solidária pelo apresentador e pela emissora na qual o programa era exibido. O valor corresponde a duas ações civis públicas abertas após episódios transmitidos em 25 de junho e 26 de novembro de 2021. As manifestações analisadas pela Justiça foram consideradas ofensivas e discriminatórias contra pessoas LGBTQIA+. Os processos questionaram tanto o conteúdo das declarações quanto sua divulgação em um programa de televisão com alcance nacional.

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Caso Dark Horse: Flávio, Eduardo e Frias passam a ser investigados pela PF por lavagem de dinheiro

A Polícia Federal abriu uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o deputado federal Mário Frias (PL-SP) por suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção na operação financeira ligada ao filme Dark Horse, cinebiografia sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (23) pela revista PiauíO ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a apuração nesta quinta-feira (23). Investigadores analisarão os recursos que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, destinou ao longa-metragem, além do caminho percorrido pelo dinheiro e dos beneficiários finais. O senador negociou com Vorcaro um financiamento estimado em US$ 24 milhões, equivalente a cerca de R$ 134 milhões na cotação da época. Deste total, ao menos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) teriam chegado efetivamente ao projeto entre fevereiro e maio de 2025.

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Michelle para Flávio: Te perdoo por te trair

Quando o zagueiro e o atacante sobem juntos para aquela bola que vem alta, sobra o cotovelo de um na cara do outro.

O olho imediatamente incha e fica roxo.

O centroavante se contorce todo. Faz uma cena. Está quase morrendo.

O beque joga para a torcida. Pede desculpas.

Desculpas aceitas.

Tudo certo.

Mas, quando o juiz se distrai um pouco, vem o troco.

O artilheiro acerta o bico da chuteira na canela do zagueiro de cotovelo folgado.

Apesar de futebolística, foi a melhor analogia que eu achei para descrever as trocas de mensagens entre Flávio Bolsonaro e Michelle. É a mais fácil de entender.

"Eu te perdoo".

Fala altiva.

De quem se considera dona da situação.

Foi a resposta da ex-primeira-dama ao vídeo do pré-candidato à Presidência.

Pela segunda vez, Flávio tentava minimizar os estragos da sua briga com Michelle.

O zagueiro nunca assume que bateu da medalhinha para cima.

Aqui a analogia fica melhor.

Flávio atualmente joga na defesa.

Agenda ruim. Péssima.

Só tem notícia ruim.

"Eu te perdoo" é dose para ele.

Dose dupla. Sem gelo. Cowboy.

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Filho de golpista, golpista é: Os Bolsonaros são prova disso

Primeiro foi o Flávio, aspirante a presidente da República, ao discursar na última terça-feira para cerca de 40 diplomatas. Ontem, em um podcast, foi Eduardo Bolsonaro, refugiado nos Estados Unidos desde março do ano passado a pretexto de salvar o pai de condenação por tentativa de golpe de Estado. Não conseguiu. Os dois irmãos voltaram a atacar a credibilidade do processo eleitoral brasileiro e, por tabela, a dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal, a quem acusam de perseguir seu pai. Enquanto governou o país entre 2019 e 2022, Jair Bolsonaro pavimentou o caminho a ser percorrido pelos filhos “zero”. Todos eles já são bastante crescidinhos, poderiam pensar com a própria cabeça, determinar o próprio destino, mas não: seguem como cópias encardidas do pai. “Quem puxa aos seus não degenera”, ensina um velho ditado português. Flávio, Carlos, Eduardo e Jair Renan puxaram ao pai, um degenerado por sua livre vontade. Juntar-se a uma família de tal estirpe não deve ser bom para ninguém, mas foi o que fez Michelle de Paula Firmo Reinaldo, uma moça pobre, porém bonita, nascida na periferia de Brasília e servidora pública à época em que conheceu Jair, então obscuro deputado federal do baixo clero. Resultado: deu nisso que se vê.

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Trumplóide pirou: EUA taxa produtos brasileiros em até 37,5% a partir desta 6ª

A nova tarifa de 12,5% anunciada nessa quinta-feira (23/7) pelos Estados Unidos para produtos brasileiros entra em vigor já nesta sexta-feira (24/7) e, para a maior parte das exportações afetadas, será somada à sobretaxa de 25% imposta na semana passada. Com isso, milhares de itens passarão a enfrentar uma tributação adicional de até 37,5% para entrar no mercado norte-americano. A alíquota coloca o Brasil entre os parceiros comerciais mais sobretaxados pelos Estados Unidos, atrás apenas da China. A medida foi adotada no âmbito de uma investigação conduzida pelo governo norte-americano com base na Seção 301 do Trade Act de 1974, que acusa o Brasil de não combater adequadamente o trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas. Ela se soma a outra investigação aberta sob a mesma legislação, relacionada a supostas práticas comerciais desleais e ao desmatamento. Essa primeira ação resultou na imposição de uma tarifa adicional de 25%, anunciada em 15 de julho e em vigor desde essa quarta-feira (22/7). Segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), a tarifa de 12,5% alcança cerca de 3 mil produtos brasileiros, equivalentes a US$ 12,5 bilhões (cerca de R$ 63,7 bilhões) em exportações anuais para os Estados Unidos.

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22 julho 2026

Vagabundo: Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro

O escritório de advocacia do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) emitiu e cancelou duas notas fiscais no valor total de R$ 1 milhão em favor de uma empresa de fachada usada por Daniel Vorcaro para movimentar R$ 58 milhões do Banco Master. As notas indicam que as conexões entre Flávio e Vorcaro vão além das reveladas até agora na crise do Dark Horse. O que se sabia é que o presidenciável conseguiu dinheiro com o dono do Master para financiar o filme do pai. As duas notas, no valor de meio milhão de reais cada, foram emitidas no dia 7 de abril de 2025 pelo escritório que tem Flávio Bolsonaro como único sócio e eram relacionadas a serviços prestados à Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. Na mesma ocasião, foram canceladas. Naquele momento, Vorcaro já tinha injetado milhões na empresa de consultoria. Dois dias depois, em 9 de abril, o escritório de Flávio faturou uma terceira nota, também de R$ 500 mil, desta vez em favor da Contábil Correa. Nesse caso, não há registro de cancelamento.


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Pega o traíra: Ministros do TSE citam cassação e inelegibilidade após fake news de Flávio Bolsonaro contra as urnas

As declarações do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em reunião com embaixadores, nas quais citou dados falsos sobre as urnas eletrônicas e levantou suspeitas sem fundamento contra o sistema eleitoral brasileiro, geraram repercussão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e fizeram ministros da Corte resgatarem o precedente da cassação do ex-deputado estadual Fernando Francischini (PSL-PR), ocorrida em 2021, informa reportagem do jornal O Globo. Diante de uma plateia de diplomáticas e representantes estrangeiros, Flávio Bolsonaro repetiu uma informação falsa já desmentida anteriormente pelo TSE: a de que a empresa venezuelana Smartmatic teria fornecido urnas eletrônicas para o Brasil. A mesma companhia é mencionada em documentos da CIA divulgados pela gestão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada. O posicionamento do pré-candidato ao Palácio do Planalto levou integrantes do TSE ouvidos reservadamente a traçarem um paralelo direto com o julgamento de Fernando Francischini, e não com a condenação de Jair Bolsonaro em 2023. Na avaliação de ministros do tribunal, a condenação de Francischini é considerada o marco da mudança de entendimento e a jurisprudência inaugural da Corte para a punição de ataques ao sistema eletrônico de votação.

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Canalha: Flávio Bolsonaro repete informação falsa sobre urnas eletrônicas

    

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pediu nessa terça-feira (22/7) que representantes diplomáticos enviem "a maior quantidade de observadores possível" para acompanhar as eleições de outubro no Brasil. Durante o evento Debatendo o Brasil, realizado em Brasília (DF), o parlamentar também repetiu uma informação falsa já desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao afirmar que as urnas eletrônicas brasileiras teriam a mesma origem da empresa venezuelana Smartmatic. A declaração foi feita diante de integrantes do corpo diplomático de 42 países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Israel, Austrália, Paraguai e representantes da União Europeia. Segundo Flávio, o pedido por observadores não representa desconfiança no sistema eleitoral brasileiro. Ao falar de documentos da CIA divulgados pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Flávio mencionou suspeitas sobre o processo eleitoral venezuelano e citou a empresa Smartmatic. O TSE informou que as urnas foram desenvolvidas por técnicos da Justiça Eleitoral e são fabricadas por empresas contratadas por meio de licitação pública, sem qualquer relação com a tecnologia utilizada pela empresa venezuelana.

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21 julho 2026

A vida como ela é nas pesquisas: Lula sorri e a oposição sangra

No programa do Noblat, a bancada analisou o novo e devastador recorte da pesquisa Genial/Quaest, que expõe o momento de um derretimento acelerado da candidatura de Flávio Bolsonaro e o coloca como um candidato sem tração eleitoral. A pesquisa revelou que 55% de todo o eleitorado brasileiro já apostam na vitória do presidente Lula, contra meros 25% que acreditam no sucesso de Flávio. Ricardo Noblat destaca que a descrença na candidatura do herdeiro bolsonarista é generalizada: Lula lidera as expectativas em todos os segmentos. Mais grave ainda para o PL, Flávio desidrata entre seus próprios pares – a confiança na sua vitória desabou entre a direita não bolsonarista, encolheu entre os bolsonaristas raiz e minguou a catastróficos 14% entre os eleitores independentes, grupo vital que costuma decidir a eleição. A bancada pontuou que esse fenômeno cria um “filme de terror” para a oposição às vésperas das convenções partidárias de agosto. Como na política tradicional “ninguém gosta de votar nem de se associar a perdedor”, o favoritismo de Lula, alimentado por indicadores econômicos positivos e pela postura altiva no episódio do tarifaço, está provocando a debandada silenciosa de caciques e aliados experientes, que já começam a pular do barco do senador.

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