Trump na noite da eleição de 2024: “Eu não vou começar guerras. Eu vou acabar com as guerras.”
Na
manhã de ontem (sábado, 28 de fevereiro de 2026), os Estados Unidos e Israel
foram à guerra para derrubar o regime dos aiatolás no Irã. E Trump pediu aos
iranianos: “Quando
terminarmos, assumam o controle do seu governo. Ele será de vocês.” Repetiu
isso em uma postagem nas redes sociais na tarde do sábado para anunciar a morte
do aiatolá Ali Khamenei, o líder supremo, “uma das
pessoas mais perversas da História”. O autoproclamado “presidente
da Paz”, que ambiciona ganhar o Prêmio Nobel da Paz, tornou-se, por escolha
própria, o presidente da guerra, patrocinador de mudanças de regime. O
bombardeio ao Irã foi a oitava vez que Trump ordenou a intervenção militar em
seu segundo mandato. A anterior resultou na captura de Nicolás Maduro, mas não
na mudança do regime venezuelano. O que lhe interessava era o petróleo. Recentemente,
Trump admitiu que caminhava bem a costura de um acordo entre o seu país e o
Irã. Agora, abandonou a diplomacia, mandou o Direito Internacional para a lata
do lixo e pegou em armas.








