O Ibovespa operava em forte queda nesta
terça-feira (3), recuando 3,65% e
atingindo 181.603
pontos por volta das 13h14. A bolsa, que chegou a cair
mais de 4% mais cedo, despenca acompanhando uma queda generalizada nos mercados
globais, devido à escalada da guerra no Oriente Médio. No mesmo horário, o
dólar avançava 2,49%,
cotado a R$ 5,2995.
Nesta terça, Israel e Irã trocaram
novos bombardeios, e explosões foram ouvidas em diversos países do
Oriente Médio. O número de mortos no Irã subiu para 787. Ontem, o Irã anunciou o fechamento do
Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar qualquer navio que tente atravessar a rota. A
notícia fez disparar os preços do petróleo e aumentou o receio de investidores
com aplicações mais arriscadas. Nesta
terça, os preços do petróleo seguem em trajetória de alta. O barril Brent sobe mais que 8%, perto
dos US$ 85. No início de 2026, custava US$ 60.
03 março 2026
Elaições 2026: Parlamentares entram com ação no TSE acusando Flávio Bolsonaro por propaganda eleitoral antecipada
Duas ações foram protocoladas nesta segunda-feira (2) no
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ),
por propaganda eleitoral antecipada. Uma ação foi apresentada pela deputada
federal Erika Hilton (Psol-SP), e a outra pelo deputado Lindbergh Farias
(PT-RJ). As ações têm como base discursos feitos pelo senador durante
manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (1º).
Além de falas do pré-candidato do PL a presidente, os parlamentares citam em
suas ações frases de outros políticos que discursaram no carro de som principal
do ato, como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) e o ex-deputado
Eduardo Bolsonaro (PL). O ato realizado na avenida Paulista, convocado
pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), reuniu apoiadores do ex-presidente Jair
Bolsonaro e lideranças da direita. Na ocasião, os discursos foram recheados de
críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal, ao presidente Luiz Inácio
Lula da Silva, além de pedidos de mudanças no cenário político nacional.
Escalada nuclear pode ser fatal para a humanidade: 'Vida na Terra seria inviabilizada'
Uma eventual guerra nuclear com os arsenais
existentes hoje no mundo poderia ser curta do ponto de vista militar, mas
devastadora em escala planetária, de acordo com especialistas
ouvidos pelo Fantástico.
Em reportagem especial deste domingo, eles afirmam que, em um cenário de confronto direto entre potências atômicas, o
tempo de duração dos ataques seria medido em horas, mas os efeitos se
estenderiam por muitos anos. “É muito difícil responder quanto tempo
duraria um conflito nuclear, mas uma guerra total envolvendo as potências
(nucleares), especialmente as maiores, poderia levar à destruição do mundo”,
afirma o físico e engenheiro nuclear Marco Antônio Saraiva Marzo. Atualmente, nove nações possuem
armas de destruição em massa: Estados Unidos, Israel, Rússia, Reino Unido,
França, Paquistão, Índia, China e Coreia do Norte. “Haveria aniquilação mútua
ou a emissão de tanta radiação que a vida na Terra seria inviabilizada”, diz
Matias Spektor, professor de relações internacionais da Fundação Getúlio
Vargas.
Guerra: O Nobel de pólvora de Trump no Irã
Donald Trump sempre gostou de vender a imagem do negociador
implacável que traria a paz ao mundo. Pois bem, o figurino caiu. Em um
pronunciamento unilateral – sem o incômodo de jornalistas fazendo perguntas -,
Trump tentou justificar os ataques ao Irã com um amontoado de meias verdades e
a velha retórica do “perigo nuclear”. O que Trump não disse é que os ataques
ocorreram na antivéspera de uma rodada crucial de negociações em Viena.
Enquanto diplomatas se preparavam para tentar restabelecer o acordo nuclear, os
mísseis americanos e israelenses trataram de “decapitar” a liderança iraniana
em Teerã. A gravidade do lance reside na ausência de lastro factual. Não foram
apresentadas provas de que o programa nuclear do Irã havia sido descongelado ou
de que o país possuía mísseis prontos para um ataque iminente.
CPMI do INSS: Ex-secretária do “Careca do INSS” nega ter feito pagamentos a Lulinha
A ex-secretária de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, Aline Cabral, negou durante oitiva na CPMI do INSS, nesta segunda-feira (2/3), que
tenha emitido passagens ou feito pagamentos para Fábio Luís Lula da Silva, o
“Lulinha”. A negativa se deu durante questionamentos do
deputado governista Rogério Correia (PT-MG). Aline Cabral tinha admitido, ao
ser questionada pelo relator, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), que emitiu
passagens para Danielle Fonteles, publicitária ligada ao PT e que trabalhava
para Antunes. Como mostrado pelo Metrópoles, o filho
do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva (PT) viajou com o “Careca
do INSS” para Portugal em novembro de 2024. Ambas
passagens eram de primeira classe. Atualmente, a CPMI aguarda o envio de
sigilos bancários e telemáticos de “Lulinha”, aprovados na sessão de
quinta-feira (26/2).
Escola Cívico-Militar: PMs são afastados de escola do DF após sindicato afirmar que alunos foram obrigados a fazer flexões
Quatro policiais militares foram afastados de uma
escola cívico-militar em Brasília depois de o Sindicato dos Professores no
Distrito Federal relatar que alunos teriam sido obrigados a realizar flexões no
pátio em punição por vestirem casacos e calças em cores não permitidas. O
colégio negou as alegações e disse que a participação na atividade foi
voluntária. O caso ocorreu na última quarta-feira (25) no CED (Centro
Educacional) 01 da região administrativa do Itapoã e foi registrado em vídeo.
Nas imagens, é possível ver dezenas de adolescentes reproduzindo os movimentos
de um PM. O agente não foi identificado. Em nota, a PM-DF (Polícia Militar do
Distrito Federal) disse ter determinado a substituição dos envolvidos na data
do episódio e informou que uma investigação foi aberta para "o completo
esclarecimento dos fatos" e eventual adoção de medidas administrativas
contra os policiais.
02 março 2026
Papudinha nele: Moraes nega novo pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal
Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) um novo pedido do ex-presidente
Jair Bolsonaro (PL) para concessão de prisão domiciliar humanitária. Bolsonaro
está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena
de 27 anos e 3 meses. A defesa já havia solicitado anteriormente a conversão da
pena para o regime domiciliar. No novo pedido, apresentado no mês passado, os
advogados alegaram “existência de risco de vida e incompatibilidade entre o
ambiente carcerário e o rigor das terapias contínuas exigidas”. Após ser
intimada, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se contra a
transferência. Ao analisar o caso, Moraes afirmou que o local de custódia
garante a dignidade da pessoa humana, com atendimento médico regular, sessões
de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa e visitas
autorizadas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de filhos e aliados
políticos.
Canalha: Trump defende ataque ao Irã e confirma que conflito seguirá
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (2) sua
ofensiva no Irã, disse que os ataques eram "a nossa última e melhor chance de
eliminar a ameaça do regime iraniano" e que o
conflito deve durar "quatro
ou cinco semanas ou mais". Em sua primeira fala pública sobre
o conflito, Trump afirmou ainda que seu objetivo
é destruir mísseis, desmantelar a Marinha iraniana e interromper as
"ambições nucleares" do país do Oriente
Médio e o financiamento do governo do Irã a grupos terroristas. O
norte-americano indicou ainda não
estar disposto a voltar a dialogar com Teerã
— EUA e Irã vinham travando negociações para assinar um acordo de não
proliferação de armas nucleares.
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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