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    MP processa influencer que disse que “pobre não devia votar”
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    Valdemar tenta conter crise de Michelle e Flávio, mas encontra resistência
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    Receita de ONG de produtora de Dark Horse cresceu 170 vezes em 3 anos

30 junho 2026

Esporte como arma: Trump repete táticas de Hitler e do nazismo na Copa

Estudando o passado, é fácil entender quais acontecimentos ficam marcados na história da humanidade. Quando o mundo ainda está passando por eles, no entanto, alguns pesos passam despercebidos entre os dias comuns que juntam acontecimentos que, um dia, serão estudados pela história - e a Copa do Mundo de 2026 está cheia deles. Mesmo antes da abertura e do primeiro jogo na quinta-feira, 11, a política internacional já colocou a Copa em um panorama de guerras, países e conflitos que dificilmente será esquecido no futuro. Principal país-sede da edição, ao lado de México e Canadá, os Estados Unidos chegam ao Mundial sob o governo de Donald Trump e em meio a uma série de decisões migratórias, diplomáticas e de segurança que atingiram delegações, torcedores, profissionais de imprensa e até membros da arbitragem. Restrições à delegação do Irã, revogação de ingressos destinados a torcedores iranianos, interrogatório de um dos principais jogadores do Iraque, deportação de um fotógrafo da seleção iraquiana e veto à entrada de um árbitro somali escalado pela Fifa para o torneio são apenas exemplos de acontecimentos que colocaram o país no centro de uma tensão entre duas lógicas - a da Copa como festa global e a da fronteira como instrumento de controle político.

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Aliado de Flávio Bolsonaro diz que mulher não sabe votar e é detonado por Soraya Thronicke: “Defeca pela boca”

A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) reagiu com dureza à declaração de Paulo Figueiredo contra o voto feminino e acionou a Procuradoria-Geral da República para pedir providências contra o jornalista, que é aliado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República. Em postagem nas redes sociais, a parlamentar afirmou que ataques a mulheres no debate público configuram violência política de gênero e cobrou abertura de ação penal. “Este traidor da pátria, foragido da justiça brasileira, covarde, parvo, néscio, limítrofe, lerdo, acéfalo, não amado, medroso, inseguro, complexado por não conseguir ser ninguém além de neto de um ditador, resolve, lá dos EUA, defecar pela boca… Independente de quem seja a mulher atacada, se mexeu com uma, mexeu com TODAS”, escreveu Soraya na rede social X. 

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São Paulo: MP processa influencer que disse que “pobre não devia votar”

Ministério Público de São Paulo (MPSP) entrou com uma ação civil pública contra o influenciador Léo Marcondes, que se apresenta nas redes sociais como treinador financeiro, por falas consideradas aporofóbicas contra pessoas pobres, ou seja, aversão a elas. Na ação, a Promotoria de Direitos Humanos da Capital pede que a Justiça determine a retirada de um vídeo publicado no Instagram, remova o perfil do influenciador da plataforma e condene Marcondes ao pagamento de R$ 300 mil por danos morais coletivos e dano social. A empresa Meta, dona do Instagram, também é alvo da ação. O pedido inclui a preservação dos dados da conta para fins de prova e a obrigação de impedir novas publicações com conteúdo aporofóbico. A Promotoria também quer que o influenciador seja obrigado a participar, no prazo de um ano, de um curso sobre inclusão social, com carga mínima de 30 horas e abordagem específica sobre aporofobia, termo usado para definir hostilidade, desprezo ou discriminação contra pessoas pobres. A publicação citada na ação foi ao ar em 26 de dezembro de 2025. No vídeo, segundo o Ministério Público, Marcondes afirmou que “pobres não deveriam votar” e que “pobre quer tirar vantagem em tudo”.

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Meleca: Valdemar tenta conter crise de Michelle e Flávio, mas encontra resistência

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, deve conversar com Michelle Bolsonaro na tarde desta terça-feira (30) na tentativa de reduzir a tensão entre ela e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo relatos de interlocutores do PL, porém, até ontem Michelle permanecia irredutível. Nos bastidores do partido, também circula a versão de que a ex-primeira-dama estaria cogitando deixar a política para se dedicar à família. Na campanha de Flávio, a avaliação reservada é que Michelle permanece “à disposição” caso o cenário eleitoral mude drasticamente. Integrantes desse grupo trabalham com a hipótese de que ela poderia assumir a cabeça de chapa se Flávio viesse a ser inviabilizado por novas revelações ou por um aprofundamento de investigações, como a do Caso Master. O clima entre Michelle e os enteados segue de confronto. Aliados dos filhos de Jair Bolsonaro fazem circular a versão de que o ex-presidente teria sido contrário ao vídeo divulgado por Michelle. Até o momento, porém, não há comprovação pública dessa informação — nem documento, carta ou manifestação conhecida que a confirme.

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Faturando alto: Receita de ONG de produtora de Dark Horse cresceu 170 vezes em 3 anos

ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), investigada por desviar dinheiro de contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo, aumentou seu faturamento cerca de 170 vezes em intervalo de três anos, de acordo com demonstrações financeiras obtidas pelo Metrópoles. Esse aumento ocorreu no mesmo momento em que a entidade havia sido contratada pela gestão paulistana. A receita declarada pela entidade passou de R$ 306 mil no fim de 2022 para R$ 54 milhões no fim de 2025. O valor contempla R$ 51,9 milhões em “parcerias e subvenções governamentais“, R$ 2 milhões em “subvenções com educação” e R$ 2,6 milhões em “receita prestações de serviço“. A representante do ICB é Karina Ferreira da Gamasócia da empresa Go Up Entertainment, que é produtora de Dark Horse, filme sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Uma das suspeitas do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que investiga o contrato com a gestão municipal, é que os recursos públicos tenham sido usados para custear o longa-metragem. Em 1º de junho, a produtora e a ONG foram alvo de operação da Polícia Civil.

 

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26 junho 2026

Vitória; Mulher é flagrada ao esfregar cocô de cachorro em imagem de Bolsonaro (Vídeo)

Uma mulher foi flagrada por câmeras de segurança vandalizando uma pintura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no muro do imóvel conhecido como “Casa Bolsonaro”, na Praia do Canto, em Vitória, no Espírito Santo. Segundo as imagens, o caso teria ocorrido em dois dias. Um no dia 13 de junho, por volta das 20h, e o outro no dia 20 do mesmo mês, às 8h. Em ambas as ocasiões, a suspeita aparece passeando com um cachorro e carregando uma sacola com fezes do animal. Ela então se dirige ao muro onde está a pintura e esfrega as fezes na parede. O proprietário do imóvel, o vereador Armandinho Fontoura (PL), registrou boletim de ocorrência. O local é utilizado como apoio ao exercício de seu mandato. Segundo o registro, o ato teria causado “manchas, contaminação biológica, desbotamento significativo das cores e deterioração estética dos bens”.


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Empresário: Contratado por produtora de 'Dark Horse' é réu por feminicídio e suspeito de integrar PCC

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) aponta o empresário Alex Leandro Bispo dos Santos, sócio de uma empresa ligada à produtora do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), como integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Além disso, ele está preso sob suspeita de ter matado a esposa ao arremessá-la do 10º andar de um edifício. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo e confirmada à GloboNews por fontes do MP e da Polícia Civil. Em nota à TV, o criminalista Eugênio Malavasi, que representa Alex, contestou a acusação de que o empresário faça parte do PCC. "Evidência não é prova. Ele nega, peremptoriamente, integrar facção criminosa", afirmou o advogado. Em relação à denúncia de feminicídio, Malavasi também negou a versão apresentada pela acusação e declarou que "o Alex não jogou sua companheira como quer crer o Ministério Público". Documentos mostram que, até dezembro de 2025, Alex Leandro Bispo dos Santos era o único sócio da Favela Conectada Serviço e Tecnologia Ltda. A empresa foi uma das três contratadas pela ONG de Karina Gama para executar a instalação dos pontos de wi-fi nas regiões periféricas da cidade de São Paulo. O contrato inicial firmado entre o ICB, a ONG comandada por Karina, e a empresa tinha valor de R$ 12 milhões.

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"O que profere mentiras perecerá": Michelle publica em meio a crise com Flávio

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro citou um trecho bíblico sobre “falsa testemunha” após expor atritos com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por articulações eleitorais no Ceará, em mais um capítulo da crise pública entre ambos. A manifestação ocorreu depois de divergências dentro do campo bolsonarista sobre acordos políticos para as eleições de outubro. Michelle publicou uma mensagem com tom religioso em meio à repercussão do desentendimento com Flávio. “A falsa testemunha não ficará impune, e o que profere mentiras perecerá. Salmo 34:13”, escreveu a presidente do PL Mulher. O trecho citado por Michelle remete a uma passagem bíblica associada à condenação da mentira e à defesa da integridade nas declarações. A publicação foi interpretada no contexto da crise aberta após a ex-primeira-dama relatar discordâncias com o enteado sobre a condução de alianças políticas no Ceará.

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24 junho 2026

“Ou dá ou desce”: Rede resgata vídeo de Edir Macedo ensinando extorquir fiéis após ação da PF (vídeo)

A deflagração da Operação Miragem pela Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (23), contra o Banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, provocou a repercussão de um antigo vídeo em que o religioso orienta integrantes da cúpula da igreja sobre arrecadação de recursos e afirma: “ou dá ou desce“. A operação investiga supostos crimes contra o sistema financeiro nacional e resultou no bloqueio de até R$ 670 milhões em bens e valores dos investigados. Segundo a Polícia Federal, mais de 50 agentes cumpriram nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. “Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. A decisão judicial também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro e bloqueio de bens e valores de até R$ 670 milhões”, informou a PF em nota.


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