O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal
Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) um novo pedido do ex-presidente
Jair Bolsonaro (PL) para concessão de prisão domiciliar humanitária. Bolsonaro
está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena
de 27 anos e 3 meses. A defesa já havia solicitado anteriormente a conversão da
pena para o regime domiciliar. No novo pedido, apresentado no mês passado, os
advogados alegaram “existência de risco de vida e incompatibilidade entre o
ambiente carcerário e o rigor das terapias contínuas exigidas”. Após ser
intimada, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se contra a
transferência. Ao analisar o caso, Moraes afirmou que o local de custódia
garante a dignidade da pessoa humana, com atendimento médico regular, sessões
de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa e visitas
autorizadas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, além de filhos e aliados
políticos.
02 março 2026
Canalha: Trump defende ataque ao Irã e confirma que conflito seguirá
O
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (2) sua
ofensiva no Irã, disse que os ataques eram "a nossa última e melhor chance de
eliminar a ameaça do regime iraniano" e que o
conflito deve durar "quatro
ou cinco semanas ou mais". Em sua primeira fala pública sobre
o conflito, Trump afirmou ainda que seu objetivo
é destruir mísseis, desmantelar a Marinha iraniana e interromper as
"ambições nucleares" do país do Oriente
Médio e o financiamento do governo do Irã a grupos terroristas. O
norte-americano indicou ainda não
estar disposto a voltar a dialogar com Teerã
— EUA e Irã vinham travando negociações para assinar um acordo de não
proliferação de armas nucleares.
Cafajeste: Ratinho foge da Justiça em ação movida por Chico Buarque e pode até ser preso
Cinco meses
depois de a Justiça determinar que o apresentador Ratinho se
manifeste ou se retrate sobre declarações feitas a respeito de Chico Buarque,
o comunicador ainda não foi oficialmente citado. Oficiais de Justiça relatam
dificuldades para localizá-lo, apesar de sucessivas tentativas. As primeiras
diligências ocorreram no Paraná, estado onde está
registrada a empresa do apresentador. Desde o início de fevereiro, as buscas se
concentraram em São Paulo, incluindo a sede do SBT, em Osasco,
onde ele comanda o Programa do Ratinho.
Mesmo com as investidas no local onde grava diariamente, o mandado ainda não
foi cumprido. Na sexta-feira (27), a oficial de Justiça responsável informou ao
magistrado que foi atendida pelo departamento jurídico da emissora e recebeu o
contato do advogado do apresentador, cujo escritório fica no Paraná. Em decisão
proferida em 2 de outubro, o juiz Victor Agustin Cunha Jaccoud Diz Torres, da
41ª Vara Cível do Rio de Janeiro, concedeu prazo de cinco dias para que o
apresentador se retratasse ou comprovasse “minimamente em juízo a veracidade
[do que disse] –notadamente quanto ao recebimento, pelo autor, de recursos
públicos da Lei Rouanet ou das gestões do Partido dos Trabalhadores”. “Tudo sob
pena de se configurar crime de desobediência, o que, em tese, justificaria a
prisão em flagrante”, registrou o magistrado.
São Paulo: Homem preso por matar a mãe é decapitado dentro de cadeia
Dois dias após matar a própria mãe espancada e enforcada em São Paulo,
Washington Ramos Brito, de 32 anos, foi morto dentro do Centro de Detenção
Provisória (CDP) 2 de Pinheiros, na capital paulista. Ele foi assassinado na
madrugada de sábado (28/2) por outros detentos e teve a cabeça decepada. De
acordo com a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (SAP), dois
presos assumiram a autoria do crime. A Polícia Penal instaurou Procedimento de
Apuração Preliminar para investigar as circunstâncias do assassinato. Os
envolvidos foram encaminhados ao 91º Distrito Policial (Ceasa). Questionados, os dois presos confessaram o crime e disseram que
decidiram matar Washington justamente porque ele matou a mãe, em um crime que
causou indignação na cadeia.
Câmara dos Deputados: PEC da Segurança entra em semana decisiva
Em tramitação na Câmara desde 2024, a Proposta de Emenda à
Constituição (PEC) da Segurança Pública deve ser votada nesta semana,
segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Considerado uma das
prioridades do governo, o texto, assim como o Projeto de Lei (PL) Antifacção,
deve enfrentar entraves durante a análise.
A medida depende, também, de análise da comissão especial, que deve ser
realizada no mesmo dia da votação no plenário. Ainda em julho de 2025, o
relator da PEC, deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE), retirou do texto o
trecho mais criticado da proposta. A versão enviada pelo governo ao Congresso previa competência
privativa da União para legislar sobre “normas gerais de segurança pública,
defesa social e sistema penitenciário”.
Mentiroso: Trump escala conflito no Irã e contraria promessa de campanha de evitar guerras
O presidente Donald Trump inicia uma guerra aberta
contra o regime de Teerã, no Irã, e marca uma mudança drástica em sua postura
política. A decisão contraria o discurso de sua campanha de reeleição, quando
ele prometia não embarcar em novos conflitos internacionais. Segundo o Guga
Chacra, o presidente afirmava que resolveria impasses externos assim que
assumisse o poder. “Não é o que vem acontecendo ao longo desse
primeiro ano de mandato. Basta ver primeiro a intervenção na Venezuela. Mas ali
ele obteve um resultado positivo, foi muito pontual, capturou Maduro e fez um
acordo com o regime chavista. No Irã é diferente. No Irã o Trump lançou uma
mega operação militar com Israel agora, primeiro em junho, mas ali também foi
contra instalações nucleares. Dessa vez é uma guerra aberta contra o regime de
Teerã”, apontou Guga Chacra. Como resultado imediato, Trump exibe a eliminação
do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, como um troféu político.
Domingo: Manifestações bolsonaristas foram marcadas por 'flopada histórica'
O líder do governo na Câmara dos Deputados, José
Guimarães (PT-CE), afirmou que o ato "Acorda Brasil", realizado neste
domingo, 1, em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), \"foi marcado
por uma flopada histórica\". A declaração foi publicada na rede social X. "As
manifestações bolsonaristas foram marcadas por uma flopada histórica e
vergonhosa. O povo cansou de discursos vazios, de ódio e de manipulações que
não resolvem os problemas reais do Brasil", escreveu o parlamentar. Guimarães
acrescentou: "A verdade é que a maioria quer trabalho, comida na mesa e
respeito à democracia. O Brasil acordou e não aceita mais ser enganado por essa
gente."
01 março 2026
Trumponaro canalha: O candidato ao Prêmio Nobel da Paz que vai à guerra
Trump na noite da eleição de 2024: “Eu não vou começar guerras. Eu vou acabar com as guerras.”
Na
manhã de ontem (sábado, 28 de fevereiro de 2026), os Estados Unidos e Israel
foram à guerra para derrubar o regime dos aiatolás no Irã. E Trump pediu aos
iranianos: “Quando
terminarmos, assumam o controle do seu governo. Ele será de vocês.” Repetiu
isso em uma postagem nas redes sociais na tarde do sábado para anunciar a morte
do aiatolá Ali Khamenei, o líder supremo, “uma das
pessoas mais perversas da História”. O autoproclamado “presidente
da Paz”, que ambiciona ganhar o Prêmio Nobel da Paz, tornou-se, por escolha
própria, o presidente da guerra, patrocinador de mudanças de regime. O
bombardeio ao Irã foi a oitava vez que Trump ordenou a intervenção militar em
seu segundo mandato. A anterior resultou na captura de Nicolás Maduro, mas não
na mudança do regime venezuelano. O que lhe interessava era o petróleo. Recentemente,
Trump admitiu que caminhava bem a costura de um acordo entre o seu país e o
Irã. Agora, abandonou a diplomacia, mandou o Direito Internacional para a lata
do lixo e pegou em armas.
Morre de Dennis Carvalho: Como o diretor revolucionou as novelas e filmou o 1° beijo entre mulheres idosas na Globo
Ele tinha 78 anos e
estava internado no hospital Copa Star, em Copacabana,
que emitiu uma nota à imprensa, mas não divulgou a causa nem detalhes da morte
a pedido da família. Dennis Carvalho nasceu em 1947 e começou a carreira aos 11
anos, ao fazer um teste para Oliver Twist, novela da extinta TV Paulista inspirada no romance de Charles Dickens.
Seu trabalho como ator se estendeu até a década passada, em participações
especiais, mas se concentrou do fim dos anos 1960 até os anos 1980, quando
atuou em clássicos como Pecado Capital, de Janete Clair,
e Roque Santeiro, de Dias Gomes e Aguinaldo
Silva. Seu trabalho mais prolífico, no entanto, foi como diretor. Carvalho
estreou em Sem
Lenço, Sem Documento, em 1977, e trabalhou por alguns anos como assistente,
principalmente de Daniel Filho — nome central da televisão e
do cinema —, até se estabelecer no cargo em Malu Mulher, obra de Manoel Carlos, em 1979.
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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