• PEDERNEIRAS E LULA

    Jingle de campanha
  • PEDERNEIRAS E LULA

    Jingle de campanha
  • PEDERNEIRAS E LULA

    Jingle de campanha

30 setembro 2026

Silêncio: Flávio Bolsonaro se cala após acusações de orgias com prostitutas, Rolex de R$ 305 mil e suposto lobby no STF

O senador Flávio Bolsonaro (PL) permanece em silêncio após a publicação de uma reportagem do PlatôBR que traz uma série de revelações de seu ex-sócio Alexandre Ferreira Dias Santini sobre sua vida pessoal e política. Questionado por jornalistas durante uma agenda em São Paulo sobre o conteúdo da reportagem, nesta terça-feira (29), Flávio ignorou a pergunta e não respondeu aos questionamentos. Até o momento, o senador também não havia publicado manifestação em suas redes sociais sobre as acusações apresentadas pelo PlatôBR. A reportagem do site aponta que Santini teria guardado mensagens, áudios, fotos e documentos envolvendo Flávio Bolsonaro, incluindo relatos de festas privadas com garotas de programa, recebimento de presentes de alto valor e uma suposta articulação envolvendo o gabinete do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). O silêncio de Flávio Bolsonaro ocorre enquanto o senador disputa a presidência da República pelo PL. A reportagem do PlatôBR afirma que o material reunido por Santini envolve o período em que o parlamentar ampliou sua influência política durante o governo do pai, Jair Bolsonaro.

Compartilhar:

Reta de chegada: O tempo fechou para Flávio Bolsonaro a quatro dias das eleições

Não existe guerra limpa que pelo menos respeite as regras estabelecidas pelo Direito Internacional; todas as guerras são sujas. Dado o horror que produzem, se as guerras fossem transmitidas em tempo real e sem qualquer censura, talvez elas deixassem de existir. Dá-se o mesmo no caso da política, especialmente em época de eleições, momento em que o poder está em disputa. No entanto, a alternância no poder é um dos pilares da democracia — e, apesar de suas imperfeições, ainda não se inventou um regime melhor do que esse. Flávio Bolsonaro queixa-se de ser vítima de uma notícia falsa sobre sua suposta disposição de se eleito, retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Mas, em 2022, vendo que seu pai, então presidente da República, corria o risco de não se reeleger, o próprio senador foi um dos impulsionadores do boato de que Lula fecharia igrejas evangélicas caso vencesse a eleição. Aparentemente, não há falsidade no fato relatado pelo site PlatôBR de que Flávio participou de festas com garotas de programa anos atrás, tendo empresários e amigos custeado algumas de suas despesas. Há imagens e documentos que comprovariam isso, reunidos por Alexandre Santini, ex-sócio de Flávio em uma franquia de chocolates no Rio de Janeiro que foi suspeita de lavagem de dinheiro.


Compartilhar:

29 setembro 2026

'Prostitutas' e Rolex de R$ 300 mil: Mensagens expõem segredos de Flávio Bolsonaro

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), teria participado de festas privadas com garotas de programa organizadas pelo ex-sócio Alexandre Ferreira Dias Santini, segundo reportagem publicada pelo site PlatôBR nesta terça-feira, 29. De acordo com a publicação, parte dos encontros teria ocorrido em hotéis de luxo no Rio de Janeiro, incluindo o Grand Hyatt, na Barra da Tijuca. O ex-sócio guardou mensagens, fotos, áudios e documentos relacionados às festas e teria usado esse material durante uma disputa financeira com Flávio. Além dos relatos sobre as festas, a publicação descreve outros episódios envolvendo presentes de alto valor, despesas pessoais, relações com lobistas e uma tentativa de intermediação de interesses privados no gabinete do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o PlatôBR, Alexandre Santini teria atuado durante anos como uma espécie de administrador de despesas de Flávio e também organizado encontros privados com garotas de programa.

Compartilhar:

Meu pirão primeiro: Fux é o ministro que absolve golpistas, mas que é implacável com humoristas

Nossa Senhora dos Aflitos! Eu poderia escrever aqui que assistimos a um deprimente confronto de togas na barafunda em que envolveram “A Compadecida”. Ah, que falta faz o humor de Ariano Suassuna, não é mesmo?! Até o diabo era um tantinho divertido nas peças do mestre paraibano. Mas não vou decretar o empate, não! Nisso a que alguns poderiam chamar de “guerra de liminares”, o ministro Flávio Dino apenas restaurou as garantias da Constituição. André Mendonça e Luiz Fux resolveram atuar como a turma da arruaça, do fundão da quinta série do devido processo legal. A cronologia é importante: na sexta, 25, Mendonça inaugurou as hostilidades à Constituição ao se comportar como um autêntico censor, mandando excluir do X uma postagem de Antonio Tabet. Achou pouco o voluntarismo e enviou para o Érebo — as regiões mais sombrias do submundo na mitologia grega — outras 1.125 publicações. Internautas que simplesmente expressaram a sua fé ou sua ironia viram sumir seus escritos por determinação de um juiz que, obviamente, não os havia lido. No domingo, 27 de setembro, Dino agiu como o guardião da Carta Magna e devolveu o conteúdo ao ecossistema digital. Mas eis que, na noite de ontem, atuando como um insólito auxiliar de feiticeiro da mordaça, Fux operou um atropelo processual para ressuscitar a censura. Se, vá lá, no confronto inicial entre a liminar de Mendonça, no âmbito do TSE, e a de Dino, no do STF, ainda se vislumbrava um debate técnico sobre as fronteiras de cada tribunal, agora a porteira da avacalhação foi escancarada. Fux resolveu pôr as suas celebradas habilidades de faixa-coral de jiu-jitsu para promover uma briga de rua institucional e dar um mata-leão na segurança jurídica.

(Reinaldo Azevedo)

Compartilhar:

TSE x STF: Nunes Marques vê intromissão de Dino, mas já fez pior

Mandachuva do TSE, Nunes Marques deseja ter com Edson Fachin, chefe do STF, uma conversa de presidente para presidente. Dirá que Flávio Dino extrapolou ao anular decisão tomada por André Mendonça na Justiça Eleitoral. O problema é que, nessa guerrilha, Nunes Marques é prisioneiro do seu próprio passado. Dino liberou postagens que Mendonça, vice-presidente do TSE, tinha mandado apagar. As publicações se referiam à polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida. Há quatro anos, Nunes Marques fez muito pior. Anulou no STF um julgamento em que o plenário do TSE havia condenado à perda do mandato o deputado estadual bolsonarista Fernando Francischini. Ele havia mentido nas redes sobre a confia. Levada à Segunda Turma do Supremo em julho de 2022, a decisão de Nunes Marques foi revista por 3 votos a 2. Alvo de Dino agora, Mendonça votou com Nunes Marques em 2022. Fachin fez parte da ala que recompôs a cassação do parlamentar bolsonarista. Ontem, como hoje, quando a política partidária entra pela porta dos tribunais, a institucionalidade pula pela janela.

Compartilhar:

28 setembro 2026

Lixonaro acusa CNBB de participar de fake news: Bispos dizem que ‘mentira não se combate com mentira’

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (27), durante agenda em Aracaju (SE), que o Partido dos Trabalhadores (PT) criou uma fake news relacionada a padroeira do Brasil e "com ajuda de gente de dentro" da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). "A maior fake news dessa campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida, algo que nunca, não existia esse movimento pra tirar ela de ser padroeira do Brasil, jamais existia, não tem projeto, não tem nada. O PT já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news, conseguiu com ajuda de gente dentro da CNBB, infelizmente, essa é a realidade", afirmou. No começo da noite, a CNBB emitiu uma nota afirmando que a acusação é injusta e que não teve qualquer envolvimento com o caso. "A CNBB não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral. [...] Mentira não se combate com outra mentira", afirmou a entidade. Na quinta-feira passada, durante o programa Em Pauta, da GloboNews, a jornalista Maria Cristina Fernandes relatou haver um movimento na Igreja Católica de reação a uma parcela de evangélicos que estaria mobilizando um projeto de lei para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.


Compartilhar:

Eleições 2026: A santa que tira o sono de Flávio Bolsonaro

Na falta de um candidato com inteligência afiada e o mínimo de sensibilidade política, não haverá no entorno de Flávio Bolsonaro quem o possa guiar com argúcia e sabedoria para que não saia pisando em todas as cascas de banana que vê pela frente? Espanta que um bolsonarista de berço como ele, acostumado a disseminar notícias falsas contra os outros, não saiba se defender quando é alvo de uma. Notícia falsa, de pé à cabeça, foi a tal do “Kit Gay”, que ajudou Jair Bolsonaro a se eleger presidente em 2018. Publicações em redes sociais afirmavam que o governo de então, associado ao candidato do PT, Fernando Haddad, que fora ministro da Educação, pretendia distribuir livros com conteúdo sexual explícito para crianças de seis anos. Até um livro foi apresentado como se fizesse parte do kit. Outra notícia falsa usada contra Haddad na mesma eleição tornou-se conhecida como “A mamadeira de piroca”. Consistia em um vídeo gravado por um homem que segurava uma mamadeira cujo bico de borracha tinha o formato de um pênis. No vídeo, o autor afirmava que o artefato estava sendo distribuído pelo PT e por Haddad em creches públicas sob o pretexto de “combater a homofobia”. A primeira mentira mais repetida pelo presidente Jair Bolsonaro ao longo de quatro anos de mandato foi a de que não havia um só caso de corrupção no seu governo; a segunda, a de que o Supremo Tribunal Federal o impediu de agir com acerto no combate à pandemia de Covid-19, retirando-lhe poderes. De 2020 para cá, o vírus infectou 39,2 milhões de pessoas no Brasil, matando mais de 716 mil.

Compartilhar:

24 setembro 2026

Malandrão: Flávio viajou em avião de Vorcaro em 2025

O senador Flávio Bolsonaro voou em uma aeronave de Daniel Vorcaro em janeiro de 2025 ao regressar da Flórida para Brasília após uma viagem em família. É o mesmo jato executivo de alto padrão, de prefixo PP-NLR, que transportou o ministro do STF Alexandre de Moraes em agosto do mesmo ano, conforme revelou o jornal O Globo. A piauí apurou que a empresa Prime You, que tinha então Vorcaro como um dos sócios, já era dona de um terço das cotas da aeronave na data do voo. A aquisição foi realizada no fim de 2024. A viagem de Flávio, candidato à Presidência pelo PL, foi feita em família: com a mulher, a cirurgiã-dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e as duas filhas do casal. Entre os passageiros estava ainda o amigo Willer Tomaz, o advogado e empresário que já foi preso no escândalo da JBS (do qual acabou absolvido) e é investigado no esquema de desvios bilionários do INSS. Tomaz confirmou à piauí que era dono de uma das três cotas do avião.

Compartilhar:

SP: Nova fase da Carbono Oculto atinge Banco Genial e grupo ligado a Dark Horse

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24/9), a Operação Crédito Oculto, terceira fase da Carbono Oculto, que investiga a infiltração do crime organizado no setor de combustíveis. São cumpridos mandados de busca e apreensão em São Paulo e outros seis estados. Entre os alvos das buscas, estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e seus irmãos, André e Bruno Tupinambá. O dono da Entre Investimentos, empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, também é alvo. Freixo firmou o termo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no início deste mês. Segundo a investigação da Polícia Federal (PF), a empresa teria sido usada para os repasses de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a produção de Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O objetivo da operação, segundo o MPSP, é desvendar o uso de estruturas complexas de lavagem de dinheiro para a compra da distribuidora de combustíveis Terrana, uma das maiores do país. Houve sobreposição de estruturas pela organização criminosa, para, inicialmente, ocultar o controle de uma empresa sucroalcooleira e, depois, a aquisição da distribuidora de combustíveis.

Compartilhar:

Copyright © Blog do Monteiro | Powered by Blogger
Design by SimpleWpThemes | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com