O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
ameaça apoiar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na eleição para o Governo
do Paraná caso o governador Ratinho Jr. (PSD) decida concorrer à Presidência da
República. Está na mesa inclusive a filiação de Moro o PL, já que ele enfrenta
dificuldades para viabilizar sua candidatura pelo seu atual partido. A
negociação pode implodir o acordo do PL do Paraná com Ratinho Jr, e ambos
marcaram de conversar após o Carnaval para tentarem uma composição. O
governador saiu de férias na terça-feira (10) e só deve retornar ao país no dia
25 de fevereiro. Já o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro estava num roteiro
internacional para encontrar líderes da direita em outros países. Antes da
candidatura presidencial de Flávio, o PL acertou que apoiaria o candidato
escolhido por Ratinho Jr. para sua sucessão em troca de espaço para o deputado
federal Filipe Barros concorrer ao Senado.
12 fevereiro 2026
TJ-SP: Tribunal que mais 'fura teto' recorre da decisão de Dino sobre penduricalhos
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer
da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os
"penduricalhos" ilegais no serviço público. No pedido, o TJ
São Paulo afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o
país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. O tribunal argumenta que: “A suspensão generalizada de
parcelas indenizatórias, antes da lei ordinária nacional prevista na
Constituição, pode gerar assimetria federativa, comprometer irremediavelmente a
administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar
insegurança jurídica sistêmica”. No dia 5 de fevereiro, o ministro do Supremo Flávio
Dino determinou a suspensão de pagamentos extras que não tivessem base legal e
deu 60 dias para os Três Poderes fazerem a revisão. A remuneração no serviço público não pode passar do teto do
funcionalismo, que é de R$ 46.366.
Genial/Quaest: Lula lidera cenários para 2026; Flávio é principal adversário
Lula está na frente em todos os cenários testados
para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada
nesta quarta-feira (11). O presidente aparece com intenções de voto entre 35% e
39% no primeiro turno, consolidando liderança diante dos possíveis adversários.
O principal nome da oposição, de acordo com o levantamento, é o senador Flávio
Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele surge isolado na
segunda colocação em todos os cenários, com percentuais que variam de 29% a
33%. A pesquisa foi realizada entre 5 e 9 de fevereiro, com 2.004 entrevistas
presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois
pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O
levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número
BR-00249/2026.
Mercado financeiro: Brasil recebe tsunami de dólares, bolsa dispara e dólar volta a cair
O mercado
financeiro brasileiro viveu um pregão de forte euforia nesta quarta-feira (11),
com o Ibovespa ultrapassando pela primeira vez os 190 mil pontos e o dólar
registrando leve queda frente ao real. O movimento foi sustentado por entrada
consistente de capital estrangeiro, desempenho robusto de ações de grande peso
e repercussões do cenário externo e político. Ao final do dia, o Ibovespa
avançou 2,22%, encerrando aos 190.058,97 pontos, segundo dados preliminares. No
melhor momento do pregão, alcançou 190.561,18 pontos, estabelecendo novo
recorde intradia. Ao longo da sessão, o índice também superou pela primeira vez
os patamares de 188 mil e 189 mil pontos. A mínima foi de 185.936,27 pontos. O
volume financeiro somava cerca de R$ 34,9 bilhões antes dos ajustes finais.
Canalhada: Renan acusa centrão de pressionar ministro do TCU para reverter liquidação do Banco Master
O senador
Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou, na quarta-feira (11), que o ministro Jhonatan
de Jesus, do TCU (Tribunal de Contas da União), teria sido pressionado por
lideranças do centrão para tentar reverter a liquidação do Banco Master,
determinada pelo Banco Central em novembro de 2025. As declarações foram publicadas pelo jornal Folha de
S.Paulo, em meio ao avanço de apurações e ao movimento de senadores
para acompanhar o caso no Congresso e no Judiciário. A fala de Renan ocorre num
momento em que o TCU conduz uma inspeção sobre a conduta do Banco Central no
processo de liquidação do Master, a pedido do próprio ministro Jhonatan de
Jesus. O episódio ganhou novo contorno com a decisão do relator de impor restrições
de acesso a documentos e relatório técnico interno, o que, segundo relatos,
acendeu alertas dentro da autoridade monetária sobre riscos de manobras
institucionais e perda de transparência em um caso de alto impacto no sistema
financeiro.
Que merda! Toffoli admite ter recebido dinheiro de fundo de Vorcaro após venda de resort
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal
Federal (STF), esclareceu a interlocutores a origem dos repasses financeiros
que recebeu da empresa Maridt, após a venda de uma participação no resort
Tayayá para um fundo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. De acordo com informações da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, o magistrado
justificou que os valores recebidos em 2021 são decorrentes de sua condição de
sócio da empresa, que pertence à sua família. A
manifestação ocorre após a Polícia Federal iniciar uma apuração sobre as
transferências destinadas ao magistrado. Esta é a primeira ocasião em que
Toffoli detalha publicamente sua ligação com o empreendimento e com os negócios
de seus irmãos. O ministro explicou que a Maridt funciona como uma Sociedade
Anônima (S.A.) de livro fechado, o que justifica a ausência de seu nome em
registros públicos acessíveis a terceiros, onde aparecem apenas os nomes de
seus dois irmãos na qualidade de administradores.
11 fevereiro 2026
Pedido de expulsão do Exército: STM abre prazo de 10 dias para Bolsonaro se defender
O Superior Tribunal Militar (STM)
determinou um prazo de 10 dias para que Jair Bolsonaro (PL) apresente sua
defesa em um processo que pode resultar em sua expulsão das Forças Armadas. O
documento que formaliza a decisão foi assinado na tarde desta terça-feira (10).
O prazo foi aberto após representação do Ministério Público Militar (MPM)
solicitando a exclusão de Bolsonaro do Exército. As informações são da coluna
da jornalista Manoela
Alcântara, do Metrópoles. O
Ministério Público Militar defende que Bolsonaro seja excluído das Forças
Armadas em razão de condenação com pena superior a dois anos. O entendimento do
órgão é de que esse fator justifica a adoção da medida administrativa e
disciplinar. A medida foi adotada após o ex-mandatário ser condenado pelo
Supremo Tribunal Federal (STF) a cumprir uma pena de de 27 anos e três meses de
prisão, no contexto da tentativa de golpe de Estado.
Justiça: STJ afasta ministro acusado de assédio até conclusão de apurações
Os integrantes do STJ (Superior Tribunal de
Justiça) decidiram, em encontro fechado na manhã desta terça-feira (10),
afastar da corte o ministro Marco Buzzi, alvo de investigações sobre suspeitas
de importunação sexual. Esse afastamento é cautelar e deve durar até o
encerramento da apuração interna sobre as condutas dele. A votação ocorreu de
forma secreta e, segundo o STF, foi unânime. Eram necessários ao menos 17 votos
dos 33 ministros para o afastamento. A corte voltará a deliberar sobre o futuro
do magistrado ao fim dos trabalhos da comissão de sindicância que investiga os
episódios. Como mostrou a Folha, a tendência é que a investigação resulte na
aposentadoria compulsória do magistrado. Para que isso aconteça, são
necessários 22 votos dos 33 membros do tribunal. A decisão será tomada no dia
10 de março.
Bando Master: Diretor da PF diz que caso 'vem de outras gestões' no BC
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei
Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (10) que o caso envolvendo o Banco Master
tem origem em gestões anteriores do Banco Central, mas foi enfrentado na atual,
com atuação integrada e parcerias institucionais, o que permitiu o avanço das
investigações. A declaração foi feita durante entrevista a jornalistas sobre
balanço das gestões da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. "E
isso [enfrentamento] foi possível graças a essa integração, essa parceria, essa
cooperação, graças à coragem também do presidente [Gabriel Galípolo], de
enfrentar um problema que já vinha de outras gestões e que ele teve a coragem,
a capacidade de levar à frente, levar à Polícia Federal esses dados, conforme
manda a lei", disse.
Reginaldo Monteiro
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