O BC (Banco Central) decretou nesta
quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do banco Pleno (ex-Voiter), que já
pertenceu ao conglomerado do Banco Master, investigado por supostas fraudes
financeiras. O Pleno fazia parte do conglomerado Master até julho de 2025, mas
seu atual dono, Augusto Lima, deixou a sociedade com Daniel Vorcaro e ficou com
o banco. Ambos foram presos no âmbito da Operação Compliance Zero, sendo
posteriormente liberados sob uso de tornozeleira eletrônica. O Pleno enfrentava
dificuldades de liquidez e buscava um investidor para continuar operando. Por
determinação do BC, o banco estava proibido de emitir novos CDBs (Certificados
de Depósito Bancário) para se financiar. No mercado secundário, os títulos chegaram
a ser negociados a 165% do CDI ao fim de 2025.
18 fevereiro 2026
13 fevereiro 2026
Carnaval em SP: 7 escolas abrem desfiles do Grupo Especial
Os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo ocorrem nesta sexta-feira, 13, e no sábado, 14, no sambódromo do Anhembi, na zona norte. O sábado das campeãs está marcado para 21 de fevereiro. A abertura dos portões ao público está prevista para 19h e os desfiles devem ocorrer na sexta, das 23h às 6h40, no sábado, das 22h30 às 5h50.
A ordem dos desfiles e os enredos
·
·
23h
- Mocidade Unida da Mooca (enredo “Gèlèdés – Agbara Obinrin”)
· 0h05
- Colorado do Brás (enredo - “A Bruxa está solta – Senhoras
do Saber renascem na Colorado”)
· 1h10
- Dragões da Real (enredo - “Guerreiras Icamiabas – Uma
lendária história de força e resistência”)
· 2h15
- Acadêmicos do Tatuapé (enredo - Plantar para colher e
alimentar)
· 3h20
- Rosas de Ouro (enredo - Escrito nas estrelas)
· 4h35
- Vai-Vai (enredo - “A Saga Vencedora de um Povo Heroico no
Apogeu da Vedete da Pauliceia”)
·
5h30
- Barroca Zona Sul (enredo - Oro Mi Maió Oxum)
Caso Master: Toffoli negociou com colegas termos de saída do caso Master durante reunião
A nota assinada por
todos os ministros do STF (Supremo
Tribunal Federal) que sela a saída de Dias Toffoli do caso Master foi
fruto de um trabalho conjunto. A reunião no STF durou
cerca de três horas e foi dividida em duas etapas. A primeira, mais longa,
levou duas horas e meia. A segunda foi mais breve e durou menos de 30 minutos. Os
termos da saída de
Toffoli da condução da investigação que apura
fraudes no Banco
Master de Daniel
Vorcaro foram negociados com os demais ministros. Toffoli
afirmou aos colegas que não fazia questão de seguir na relatoria do
inquérito, mas foi enfático ao dizer que não sairia do caso por suspeição.
O ministro tem insistido ao longo dos últimos meses, e reforçou isso nesta
quinta-feira (12) a interlocutores, que não havia motivos para ser declarado
suspeito. A declaração da suspeição de Toffoli resultaria na anulação de
todas as provas colhidas e atos proferidos pelo ministro
desde que o caso chegou ao STF. Na prática, faria a investigação
recomeçar do zero sem o aproveitamento das provas. Os
ministros também concordaram que não seria possível analisar o pedido de suspeição de
Toffoli apresentado pela Polícia
Federal.
Carnaval é feriado? O que diz a legislação sobre a folga na data
Uma das maiores festas populares do país, o
carnaval não é considerado feriado nacional. No entanto, a legislação permite
que estados e municípios definam se os dias da folia, que neste ano acontecem
entre 14 e 18 de fevereiro, serão tratados como feriado, ponto facultativo ou
dia útil. De acordo com o advogado Cristiano Cavalcanti, especialista em
Direito do Trabalho, para que o carnaval seja reconhecido como feriado é
necessária a existência de lei estadual ou municipal. Em âmbito nacional,
apenas as datas previstas em lei federal são consideradas feriados. A lista
oficial de feriados nacionais está definida pela Lei nº 662, de 1949, que
inclui datas como o Natal, em 25 de dezembro, e o Dia da Independência do
Brasil, em 7 de setembro. O carnaval não consta nessa relação. Uma exceção é o
estado do Rio de Janeiro, onde a data é considerada feriado estadual em todo o
território.
12 fevereiro 2026
Sujeira que segue: Flávio Bolsonaro ameaça apoiar Moro no Paraná para frear candidatura de Ratinho Jr.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
ameaça apoiar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) na eleição para o Governo
do Paraná caso o governador Ratinho Jr. (PSD) decida concorrer à Presidência da
República. Está na mesa inclusive a filiação de Moro o PL, já que ele enfrenta
dificuldades para viabilizar sua candidatura pelo seu atual partido. A
negociação pode implodir o acordo do PL do Paraná com Ratinho Jr, e ambos
marcaram de conversar após o Carnaval para tentarem uma composição. O
governador saiu de férias na terça-feira (10) e só deve retornar ao país no dia
25 de fevereiro. Já o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro estava num roteiro
internacional para encontrar líderes da direita em outros países. Antes da
candidatura presidencial de Flávio, o PL acertou que apoiaria o candidato
escolhido por Ratinho Jr. para sua sucessão em troca de espaço para o deputado
federal Filipe Barros concorrer ao Senado.
TJ-SP: Tribunal que mais 'fura teto' recorre da decisão de Dino sobre penduricalhos
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu recorrer
da decisão do ministro do Supremo Flávio Dino, que mandou suspender os
"penduricalhos" ilegais no serviço público. No pedido, o TJ
São Paulo afirma que o Congresso precisa definir as regras que valham em todo o
país, antes da suspensão dos pagamentos adicionais. O tribunal argumenta que: “A suspensão generalizada de
parcelas indenizatórias, antes da lei ordinária nacional prevista na
Constituição, pode gerar assimetria federativa, comprometer irremediavelmente a
administração da justiça, produzir efeitos financeiros irreversíveis e criar
insegurança jurídica sistêmica”. No dia 5 de fevereiro, o ministro do Supremo Flávio
Dino determinou a suspensão de pagamentos extras que não tivessem base legal e
deu 60 dias para os Três Poderes fazerem a revisão. A remuneração no serviço público não pode passar do teto do
funcionalismo, que é de R$ 46.366.
Genial/Quaest: Lula lidera cenários para 2026; Flávio é principal adversário
Lula está na frente em todos os cenários testados
para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada
nesta quarta-feira (11). O presidente aparece com intenções de voto entre 35% e
39% no primeiro turno, consolidando liderança diante dos possíveis adversários.
O principal nome da oposição, de acordo com o levantamento, é o senador Flávio
Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele surge isolado na
segunda colocação em todos os cenários, com percentuais que variam de 29% a
33%. A pesquisa foi realizada entre 5 e 9 de fevereiro, com 2.004 entrevistas
presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois
pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O
levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número
BR-00249/2026.
Mercado financeiro: Brasil recebe tsunami de dólares, bolsa dispara e dólar volta a cair
O mercado
financeiro brasileiro viveu um pregão de forte euforia nesta quarta-feira (11),
com o Ibovespa ultrapassando pela primeira vez os 190 mil pontos e o dólar
registrando leve queda frente ao real. O movimento foi sustentado por entrada
consistente de capital estrangeiro, desempenho robusto de ações de grande peso
e repercussões do cenário externo e político. Ao final do dia, o Ibovespa
avançou 2,22%, encerrando aos 190.058,97 pontos, segundo dados preliminares. No
melhor momento do pregão, alcançou 190.561,18 pontos, estabelecendo novo
recorde intradia. Ao longo da sessão, o índice também superou pela primeira vez
os patamares de 188 mil e 189 mil pontos. A mínima foi de 185.936,27 pontos. O
volume financeiro somava cerca de R$ 34,9 bilhões antes dos ajustes finais.
Canalhada: Renan acusa centrão de pressionar ministro do TCU para reverter liquidação do Banco Master
O senador
Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou, na quarta-feira (11), que o ministro Jhonatan
de Jesus, do TCU (Tribunal de Contas da União), teria sido pressionado por
lideranças do centrão para tentar reverter a liquidação do Banco Master,
determinada pelo Banco Central em novembro de 2025. As declarações foram publicadas pelo jornal Folha de
S.Paulo, em meio ao avanço de apurações e ao movimento de senadores
para acompanhar o caso no Congresso e no Judiciário. A fala de Renan ocorre num
momento em que o TCU conduz uma inspeção sobre a conduta do Banco Central no
processo de liquidação do Master, a pedido do próprio ministro Jhonatan de
Jesus. O episódio ganhou novo contorno com a decisão do relator de impor restrições
de acesso a documentos e relatório técnico interno, o que, segundo relatos,
acendeu alertas dentro da autoridade monetária sobre riscos de manobras
institucionais e perda de transparência em um caso de alto impacto no sistema
financeiro.
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
Lula está na frente em todos os cenários testados para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta...
-
Uma das maiores festas populares do país, o carnaval não é considerado feriado nacional. No entanto, a legislação permite que estados e muni...
-
O mercado financeiro brasileiro viveu um pregão de forte euforia nesta quarta-feira (11), com o Ibovespa ultrapassando pela primeira vez os ...
-
A nota assinada por todos os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) que sela a saída de Dias Toffoli do caso Master foi fruto de ...
-
O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou, na quarta-feira (11), que o ministro Jhonatan de Jesus, do TCU (Tribunal de Contas da União), te...
-
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclareceu a interlocutores a origem dos repasses fi...
-
Os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial de São Paulo ocorrem nesta sexta-feira, 13, e no sábado, 14, no sambódromo do Anhembi, ...









