Quando o assunto é
reacender a paixão, muita gente está disposta a sair do óbvio —
inclusive a transformar a vida íntima em algo quase “planejado”. Pode soar
inusitado, mas casais que já
apostaram nessa estratégia garantem que funciona mais do que parece.
Um levantamento recente da plataforma de saúde ZipHealth feito com 1.008
adultos em relacionamentos nos Estados Unidos e no Canadá apontou que 51%
dos casais que criaram um “menu sexual” passaram a ter mais sexo ou mais momentos de intimidade. Além
disso, 74% disseram que a prática diminuiu ruídos e confusões sobre desejos,
enquanto 79% afirmaram que conseguiram identificar vontades em comum que antes
nem imaginavam compartilhar. Na prática, o tal “menu” não tem nada de sofisticado. Trata-se apenas de uma lista onde cada pessoa coloca, de
forma clara, o que gosta, o que tem curiosidade de experimentar, quais são seus
limites e o que não está disposto a fazer. É,
basicamente, trocar suposições por comunicação direta.
10 abril 2026
Condenado chulo: O que disse desembargador sobre deputado do PL
Ao condenar
o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por ofensas misóginas
contra a ex-ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), o
Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) classificou as falas do
parlamentar como “chula e sexualizada”. A nova decisão reformou uma
sentença de primeira instância, que havia julgado o pedido improcedente. O
desembargador Alfeu Machado considerou que as declarações contêm conteúdo
misógino e configuram “grave forma de violência institucional”. “A linguagem utilizada é chula, sexualizada e desprovida de qualquer
conteúdo político ou institucional”, avalia o
magistrado. O
desembargador também afastou a tese de
que as manifestações estariam resguardadas pela imunidade parlamentar. “Manifestações que configuram discurso de ódio, violência de
gênero ou ataques à vida privada não se encontram acobertadas pela imunidade
parlamentar”, frisou.
Master: processos da CVM revelam indícios de manipulação de mercado desde 2017
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsável por
fiscalizar o mercado de capitais, identificou indícios de manipulação de mercado e uso de operações simuladas em
estruturas ligadas a empresas e fundos associados ao Caso Master desde 2017. Os indícios constam em
processos administrativos sancionadores abertos pelo regulador. Ao todo, a CVM
identificou 314 processos instaurados entre 2017 e
2025 relacionados ao grupo Master e a entidades conexas.
Desses, 14 são processos administrativos
sancionadores, etapa em que há formulação de acusação formal
pelo regulador. Os documentos analisados pelo Metrópoles revelam
que as investigações não se limitam
a Daniel Vorcaro, dono do Master, e apontam a recorrência de nomes e padrão de
conduta que atravessa quase uma década, conectando figuras centrais do mercado
financeiro a práticas consideradas graves pela CVM.
Trama golpista: Exército prende três militares condenados no núcleo 4
O Exército Brasileiro cumpre, nesta sexta-feira (10), mandados de prisão contra três militares dos sete condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no núcleo 4 da trama golpista. O grupo foi acusado de disseminar notícias falsas para criar uma instabilidade institucional que favorece uma tentativa de golpe de Estado. Foram presos: o major da reserva do Exército Ângelo Denicoli; o subtenente Giancarlo Rodrigues; e o tenente-coronel Guilherme Almeida. A PF será responsável por prender os demais condenados que não são militares. Eles também devem ser encaminhados a presídios civis, enquanto os integrantes das forças irão para comandos militares. Os réus foram condenados pelo Supremo em 21 de outubro do ano passado. Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), eles usaram a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para espionar adversários políticos, criar e espalhar informações falsas contra o processo eleitoral, instituições democráticas e autoridades que ameaçavam os interesses golpistas.
Porcalhada: Por que governo Trump voltou a atacar o Pix
Quase dez meses depois de abrirem uma investigação
comercial contra o Pix, os Estados Unidos voltaram
a alfinetar o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro, reacendendo a
discussão sobre as investidas do governo Trump contra ele e as possíveis
medidas de efeito prático que pode tomar nesse sentido. O Pix foi mencionado em
um relatório de
31 de março em que os EUA listam o que consideram barreiras comerciais de mais
de 60 países contra empresas americanas. O documento foi elaborado pelo
Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Office
of the United States Trade Representative, USTR), a mesma agência que em julho
do ano passado abriu um inquérito para apurar se considera
o Pix uma "prática desleal", que fere a competitividade do setor
produtivo americano. O governo brasileiro reagiu e o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) voltou a afirmar que o "o Pix é do Brasil".
"Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix", ele declarou em entrevista
na semana passada.
09 abril 2026
Deputadinho safado: Justiça manda Gayer indenizar Gleisi e Lindbergh por fala misógina
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) condenou o
deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por ofensas
misóginas contra a ex-ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann
(PT). A Corte reformou uma decisão de primeira instância,
que havia julgado o pedido improcedente. Gayer também sugeriu que o presidente
do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), formaria um “trisal” com Gleisi e o
deputado federal Lindbergh Farias, namorado da ex-presidente do PT. Na
sentença, o desembargador Alfeu Machado considerou que as declarações contêm
conteúdo misógino e configuram “grave forma de violência institucional”. “A linguagem utilizada é chula,
sexualizada e desprovida de qualquer conteúdo político ou institucional”,
avalia o magistrado. “Manifestações que configuram discurso de ódio, violência de
gênero ou ataques à vida privada não se encontram acobertadas pela imunidade
parlamentar”, frisou. Gayer foi condenado a pagar R$ 10 mil em indenização por
danos morais para Gleisi e Lindbergh, totalizando R$ 20 mil. Ele também deverá
fazer uma retratação pública em todas as redes sociais em um prazo de 10 dias,
sob pena de multa diária de R$ 1 mil.
Nikolas e Flávio Rachadinha: “Unidos” pelo ódio
A política brasileira, senhores, atingiu mais uma vez o estágio
do realismo fantástico. No vídeo que circulou nas redes, Flávio Bolsonaro e
Nikolas Ferreira tentam encenar uma união que não convenceria nem o pequeno
príncipe. É a chamada “adesão mixuruca”: Nikolas não diz que quer Flávio – diz
apenas que não quer o Lula. No dicionário da extrema direita, não existe
adversário, só “inimigo” a ser exterminado. Uma retórica de guerra que cansa
até o eleitor mais fervoroso. Não neguem, cansa. Estamos exaustos. Mas o jantar
é mais frio do wue aparenta, e quem serviu foi Valdemar Costa Neto. O dono do
PL, em um não tão inedito momento de sinceridade (ou desespero), mandou a real
para a “meninada” do clã: ou vocês param de brigar e elegem Flávio, ou o
Bolsonaro vai amargar pelo menos dez anos na prisão. Valdemar sabe que anistia
no STF é lenda urbana, e o tempo está correndo. A largada de 2026 não é uma
corrida de cavalos, é uma fuga em massa. De um lado, o medo da prisão – do
outro, o leilão do apoio político. No meio disso tudo, o vídeo de Flávio e
Nikolas sorrindo soa como música de violino no Titanic. E Valdemar é o único
que parece ter notado que os botes podem ser insuficientes para todo o clã.
Enganar é o que ele faz da vida: Ratinho é condenado por propaganda enganosa de financeira
O Tribunal de Justiça
do Estado do Amazonas (TJAM) condenou, na última segunda-feira
(6/4), o apresentador
Ratinho a indenizar em R$ 21.680 um consumidor vítima de
“publicidade enganosa” de uma empresa da qual o apresentador foi garoto-propaganda. Ratinho foi condenado
solidariamente, juntamente com as empresas do grupo Solução Financeira e uma
emissora de TV, por prática de publicidade
enganosa, como consta em decisão que o Metrópoles teve acesso. A condenação
solidária significa que Ratinho e os outros dois réus são igualmente
responsáveis por pagar o valor total das indenizações ao consumidor. De acordo
com a decisão, como todos os réus participaram da divulgação ou da prestação do
serviço que teria enganado o cliente, ambos respondem juntos pelo prejuízo.
Lula: Flávio Rachadinha quer "vender o Brasil"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quarta-feira dois adversários políticos que se colocam como pré-candidatos à Presidência nas eleições de outubro. Segundo ele, há alinhamento com a Casa Branca e interesse em "vender o Brasil" aos Estados Unidos. Lula citou diretamente o senador Flávio Bolsonaro e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, ambos de direita, ao defender que o país não pode abrir mão de minerais considerados estratégicos. "O Flávio Bolsonaro quer vender para os Estados Unidos algo que é muito importante para o Brasil", afirmou Lula em entrevista ao portal ICL Notícias. Há duas semanas, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro defendeu, durante um evento de políticos conservadores nos Estados Unidos, o fornecimento de minerais críticos brasileiros ao governo de Donald Trump, como forma de retaliação à China. "É uma vergonha, inclusive, o que o Caiado fez em Goiás. O Caiado fez um acordo com uma empresa americana, fazendo concessão de coisa que ele não pode fazer, porque é da União", declarou.
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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