Parlamentares de Uganda aprovaram um projeto de lei que proíbe o uso de minissaias no país. A legislação "antipornografia", que também torna proibidos conteúdos notoriamente sexuais em músicas e vídeos, foi colocada em votação após um curto debate. Quando Simon Lokodo, o ministro da Ética e da Integridade, sugeriu o projeto de lei neste ano, ele disse que mulheres usando "qualquer coisa (vestidos ou saias) acima do joelho" deveriam ser presas. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo presidente antes de se tornar lei. Segundo o portal Terra, Uganda é um país conservador em questões sociais. A nação também analisa, por exemplo, um outro projeto de lei para punir atos homossexuais, que prevê até pena de morte em alguns casos.
Reginaldo Monteiro

Administrador do Blog

Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
Entre 2013 e 2023, o Brasil registrou mais de 232 mil nascimentos de bebês em que as mães eram meninas de até 14 anos. A legislação brasilei...
-
No golpe bem-sucedido, a unanimidade é a opinião do chefe da organização criminosa. No golpe falhado, a unanimidade converte-se em solidão n...
-
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou descontentamento nos bastidores da Corte ao suspender o julgame...
-
O governo Trump planeja encerrar o financiamento da Gavi, organização global de saúde que ajuda no fornecimento de vacinas para países de pa...
-
Logo depois do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral que o tornou inelegível até 2030, Bolsonaro pediu doações em dinheiro para pagar mu...
-
Bolsonaro não pode ter consumido, no final de 2022, toda a coragem que juntou para fugir para os Estados Unidos antes do 8 de janeiro. Deve ...
-
Jair Bolsonaro assistiu ao julgamento do STF do gabinete do filho e senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ). Transformado em réu, reencarnou a vers...
-
O Supremo Tribunal Federal (STF) dará início, nesta terça-feira (25), à análise do caso envolvendo oito denunciados pela Procuradoria-Ger...
-
Transmitidas ao vivo pela TV Justiça, as sessões da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal ganham, a partir desta terça-feira, dimensão ...
0 comments:
Postar um comentário