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14 abril 2026

Perigo iminente: Ex-diretor da CIA pede destituição de Trump por ‘instabilidade mental’

O ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, apoiou nesta segunda-feira (13) a destituição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por “instabilidade mental”, após suas ameaças temerárias contra a civilização iraniana, argumentando que sua permanência no cargo representa um perigo iminente para milhões de pessoas. Durante uma entrevista a um veículo internacional, Brennan — que dirigiu a inteligência americana sob o governo de Barack Obama — afirmou que a 25ª Emenda da Constituição do país, que regula a destituição involuntária de um mandatário, foi redigida especificamente para um perfil como o de Trump. Ele enfatizou que o presidente apresenta um transtorno mental manifesto e representa um ônus tão grave que não deveria ser autorizado a continuar como comandante-chefe, dado o imenso poder que detém sobre o arsenal nuclear. A reação do ex-funcionário surge após as ameaças feitas por Trump em 7 de abril, quando ele advertiu que a civilização iraniana poderia ser exterminada caso seu ultimato não fosse cumprido — declaração interpretada como uma alusão direta ao possível uso de capacidades atômicas.

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Jogo jogado: Flávio Bolsonaro tem maior taxa de rejeição, com 52,6%, contra 47,4% de Lula

                                    

Pesquisa divulgada nesta terça-feira, 14, pela CNT/MDA mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) têm hoje a maior rejeição para a eleição presidencial de 2026, com 52,6% dos entrevistados que não votariam nele. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47,4% de rejeição. Entre os dois, Lula aparece com o maior potencial de voto, com 35,6% que "votariam com certeza" e mais 15% que "poderiam votar". Já Flávio tem 25,5% que "votariam com certeza" e 15,1% que "poderiam votar". A pesquisa também testou os potenciais de voto para outros quatro candidatos: o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o ex-deputado Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão). Entre eles, Rebelo e Renan Santos detêm a maior taxa de desconhecimento, com mais de 60%. Em seguida, 50,9% dizem não conhecer Ronaldo Caiado e 49,2% afirmam desconhecer Zema.

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Pesquisa CNT/MDA: Lula lidera todos os cenários de 1º e 2º turnos

A pesquisa CNT/MDA indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém vantagem em cenários de segundo turno contra todos os adversários. O cenário mais competitivo é contra Flávio Bolsonaro, no qual Lula aparece com 44,9% das intenções de voto, frente a 40,2% do oponente. Apesar da liderança, o levantamento aponta uma leve queda no desempenho do presidente, que recuou quatro pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, realizada em novembro de 2025. Nos demais cenários, a vantagem é mais ampla. Contra Romeu Zema, Lula registra 45,2%, enquanto o adversário soma 31,6%. Já diante de Ronaldo Caiado, o presidente alcança 44,4%, contra 32,7%.

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Lixonarismo é isso: Ramagem nota que golpe que deu certo foi conto do vigário

Condenado a 16 anos de cadeia por participação no complô do golpe, Alexandre Ramagem fugiu para os Estados Unidos no pressuposto de que receberia proteção do governo Trump. Morando num condomínio de luxo na Flórida, considerava-se um homem totalmente livre. Mas nesta segunda-feira, agentes do serviço de imigração o convenceram do contrário. A Polícia Federal atribui a prisão à colaboração institucional entre Brasil e Estados Unidos. Aliados de Ramagem sustentam que ele foi preso numa blitz de trânsito. Nada a ver com a condenação no Supremo. Verificou-se que ele está sem passaporte válido. Seu visto de turista expirou. O ex-deputado federal e ex-chefe da Abin aguardava a análise de um pedido de asilo político. Agora, está sujeito a deportação. Em qualquer hipótese, a blindagem que Ramagem sonhou obter fora do Brasil revelou-se frágil. Às voltas com o fiasco da guerra no Irã, Trump está acorrentado aos interesses do bolsonarismo fugitivo por grilhões de barbante. Gente como Ramagem acaba notando que o golpe foi bem sucedido. Não o que Bolsonaro desejava. Mas aquele em que seus cúmplices acreditaram. A trama do capitão foi um conto do vigário no qual seus devotos caíram.

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Datafolha: maioria acredita em envolvimento de ministros do STF no caso Banco Master

Pesquisa Datafolha divulgada pela Folha de S. Paulo mostra que 55% dos brasileiros dizem acreditar que ministros do Supremo Tribunal Federal estejam envolvidos no caso do Banco Master, episódio que se transformou em um dos mais graves focos de desgaste da Corte nos últimos meses. De acordo com o levantamento, 4% dos entrevistados afirmam não acreditar em qualquer participação de integrantes do STF no caso, enquanto 10% dizem não saber opinar. Outros 30% afirmaram não ter tomado conhecimento das suspeitas. Ao todo, foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 7 e 9 de abril, em 137 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os números revelam que o escândalo já alcançou ampla repercussão nacional. Somados, os grupos que afirmam conhecer ao menos de ouvir falar das suspeitas envolvendo ministros da Corte chegam a cerca de 70% da população, sinal de que o caso ultrapassou os círculos jurídicos e políticos e entrou de vez na percepção pública sobre o STF.

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Ferrou-se: Ramagem nota que golpe que deu certo foi conto do vigário

Condenado a 16 anos de cadeia por participação no complô do golpe, Alexandre Ramagem fugiu para os Estados Unidos no pressuposto de que receberia proteção do governo Trump. Morando num condomínio de luxo na Flórida, considerava-se um homem totalmente livre. Mas nesta segunda-feira, agentes do serviço de imigração o convenceram do contrário. A Polícia Federal atribui a prisão à colaboração institucional entre Brasil e Estados Unidos. Aliados de Ramagem sustentam que ele foi preso numa blitz de trânsito. Nada a ver com a condenação no Supremo. Verificou-se que ele está sem passaporte válido. Seu visto de turista expirou. O ex-deputado federal e ex-chefe da Abin aguardava a análise de um pedido de asilo político. Agora, está sujeito a deportação. Em qualquer hipótese, a blindagem que Ramagem sonhou obter fora do Brasil revelou-se frágil. Às voltas com o fiasco da guerra no Irã, Trump está acorrentado aos interesses do bolsonarismo fugitivo por grilhões de barbante. Bolsonaro e seus cúmplices cultivam um sentimento em comum: não se sentem culpados. São vítimas de uma perseguição. A vitimização serve à causa da dinastia Bolsonaro, representada nas urnas de 2026 pelo primogênito Flávio. Mas tem pouca serventia para os aliados.

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'Não tenho medo': como o papa Leão abandonou as indiretas e endureceu o discurso contra Trump

papa Leão XIV e o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, trocaram farpas entre domingo (12) e esta segunda-feira (13). O embate ressaltou a mudança de tom do pontífice nas últimas semanas, que antes apostava em indiretas ou críticas mais discretas às políticas de Trump. Leão é o primeiro papa nascido nos Estados Unidos. Logo após ser eleito, em maio de 2025, ele se encontrou com o vice-presidente J.D. Vance e o secretário Marco Rubio no Vaticano. Na ocasião, o papa foi convidado a visitar a Casa Branca. A viagem para Washington nunca aconteceu, e Leão passou a criticar políticas do governo Trump, principalmente contra imigrantes. A fala mais contundente veio em novembro, sem citar o nome do presidente norte-americano. “Se alguém está nos Estados Unidos ilegalmente, há maneiras de lidar com isso. Existem tribunais. Há um sistema judicial. Acho que há muitos problemas nesse sistema. Ninguém disse que os Estados Unidos devem ter fronteiras abertas”, afirmou.

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Tiro no pé: Rachadinha usa vídeo de fome da época do governo Lixonaro para atacar Lula

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, usou imagens do governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para criticar o governo Lula em seu perfil do X neste domingo, 12. A publicação causou reação de integrantes do governo. No vídeo, Flávio cita o endividamento das famílias e define a situação como uma "crise grave". "Isso significa comer menos, significa panela vazia. E quase 20% desses brasileiros não estão conseguindo pagar nem a conta de água", afirma, enquanto a imagem de fundo mostra cenas de 2021, em que pessoas recolhem alimentos em um caminhão de lixo em Fortaleza (CE). Na época, em meio à pandemia de covid-19, o material foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo em reportagem sobre o avanço da fome no País. Em reação ao conteúdo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que as imagens correspondem ao período da gestão de Jair Bolsonaro. "E aí, Flávio Bolsonaro, vai se retratar?", questionou no X. O vídeo segue publicado no perfil do senador.

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Vagabundo: Trump se nega a pedir desculpas ao papa e apaga imagem em que parece Jesus

As tensões entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o papa Leão 14, cresceram após o americano criticar o pontifice e chamá-lo de "terrível" e "fraco" pelas redes sociais. Além das ofensas, Trump postou uma imagem produzida por inteligência artificial em que aparece vestido como se fosse Jesus com a mão apoiada sobre a testa de um homem aparentemente doente. Trump afirmou nesta segunda-feira (13) que não vai pedir desculpas. "O papa disse coisas que estão erradas e ele é contra o que estou fazendo no Irã, e não podemos ter um Irã nuclear", afirmou o presidente em entrevista a jornalistas na Casa Branca. Nas últimas semanas, o papa se colocou contra a guerra, disse que "Deus não abençoa nenhum conflito" e que quem segue Cristo não apoia o lançamento de bombas. Após a reação negativa de Trump, o pontifice disse não temer o governo do republicano e prometeu continuar falando sobre a guerra.

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