• Vagabundagem

    Em pré-campanha, Flávio Bolsonaro vai a Israel bancado pelo Senado
  • Pirata do mundo

    10 pontos que marcaram o 1º ano do novo governo Trump
  • Tá se "achando"

    Tarcísio incomoda aliados ao represar repasse para prefeituras paulistas

21 janeiro 2026

Porquice: Vídeo de Bolsonaro comendo pipoca gera críticas e é apagado

(em 2025 comendo pipoca na prisão e em 2023 comendo churrasco)


Um vídeo publicado e apagado por Carlos Bolsonaro nas redes sociais provocou críticas nesta segunda-feira (19) ao mostrar Jair Bolsonaro sentado, assistindo televisão e comendo pipoca, enquanto parte do alimento cai no chão. A postagem, feita no Instagram, foi retirada poucas horas depois. As imagens circularam rapidamente fora do perfil do ex-vereador e gerou uma série de comentários sobre exposição do ex-presidente, num momento em que Bolsonaro enfrenta processos judiciais e está preso no Complexo da Papuda, em Brasília. No vídeo, Carlos registrou o pai em um ambiente interno, sentado em uma cadeira, com a pipoca caindo pelo chão à medida que ele comia. A legenda trazia a frase: “Nosso mito 😎 Amado 💚 love”. Como se pode verificar das fotos, Bolsonaro não tem educação desde sempre. A meleca fica por onde ele passa.

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Dados alarmantes: Feminicídio cresceu 175% em 10 anos no Brasil

Ao menos 1.470 mulheres foram mortas no ano de 2025, vítimas de feminicídio no Brasil. Estimativas divulgadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), apontam que  quatro mulheres são assassinadas por dia. Em 10 anos, houve um crescimento de 175% dos casos de  homicídio de mulheres no país. Em 2015, ao menos 535 mulheres foram vítimas do crime de feminicídio. São Paulo foi a cidade que mais acumulou casos de feminicídios. Só em 2025, foram registrados 233 homicídios. O ranking é seguido por Minas Gerais (139), Rio de Janeiro (104) e Bahia (103). Ao todo, 13.448 mulheres foram mortas em dez anos pelo fato de serem mulheres, o que representa uma média de 1.345 crimes por ano.

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Pirataria: Trump está levando a aliança entre os EUA e a Europa a um precipício

O que acontece a uma aliança diplomática com 80 anos quando a sua potência líder ameaça uma invasão militar a um dos seus membros, trava uma guerra económica contra os outros e promete cultivar a resistência política e cultural aos seus governos? A aliança está condenada? Essa é a questão que se coloca nas capitais de toda a Europa, enquanto os líderes se apressam a responder à campanha cada vez mais intensa do presidente Trump para adquirir a Groenlândia, apesar das objeções das pessoas que lá vivem. A questão mais urgente é se resistir às ambições territoriais de Trump corre o risco de prejudicar irremediavelmente as relações da Europa com os Estados Unidos. Alguns líderes — como o presidente Emmanuel Macron, da França, e Lars Klingbeil, ministro das Finanças da Alemanha — parecem dispostos a correr esse risco, instando as nações europeias a considerarem o uso de uma “bazuca” econômica em resposta às últimas ameaças tarifárias de Trump.

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CPMI do INSS: Pastor alvo de Damares é suspeito em esquema de pirâmide

Alvo de requerimento na CPMI do INSS, o apóstolo Cesar Belluci (foto em destaque), da Sete Church, é réu em uma ação movida por pessoas lesadas em um suposto esquema de pirâmide que pode ter desviado R$ 70 milhões mediante promessas não cumpridas de investimentos em criptomoedas. Na semana passada, Belluci foi citado, entre outros evangélicos, em meio a uma briga entre a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e o pastor Silas Malafaia. A parlamentar, integrante da comissão, divulgou uma lista de evangélicos envolvidos na investigação após ser desafiada por Malafaia. A CPMI do INSS foi instalada após a Polícia Federal (PF) deflagrar a operação Sem Desconto, em abril do ano passado, que teve como base a série de reportagens do Metrópoles que revelou fraudes em descontos na folha de pagamento de pensões e aposentadorias do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

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Premiê belga: Europa precisa dizer não a Trump ou será escrava

Em uma rara declaração incisiva de um líder europeu, o primeiro-ministro da Bélgica afirmou nesta terça-feira (20) que o continente precisa dizer não à ofensiva de Donald Trump ou enfrentar um futuro de submissão em relação aos Estados Unidos. “Até aqui, tentamos apaziguar o novo presidente na Casa Branca. Fomos muito lenientes, inclusive com as tarifas. Fomos lenientes esperando ter seu apoio na guerra da Ucrânia”, disse Bart de Wever em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos. “Mas agora tantas linhas vermelhas foram cruzadas que é preciso escolher o amor próprio. Ser um instrumento feliz é uma coisa, ser um escravo miserável é outra. Se você ceder agora, vai perder sua dignidade”, afirmou.

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20 janeiro 2026

Vagabundagem: Em pré-campanha, Flávio Bolsonaro vai a Israel bancado pelo Senado

Senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarca em Israel para participar de evento sobre antissemitismo – o objetivo é tentar aproximação com integrantes da direita internacional em um momento de consolidação da candidatura. A viagem se dará em missão oficial pelo Senado, custeada pelos cofres públicos. O filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será orador na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada em Jerusalém nos dias 26 e 27 de janeiro. O evento é endossado por integrantes do governo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que deverá discursar. No site oficial, a agenda do evento diz abordar “desafios permanentes” no combate aos ataques contra comunidades judaicas, como “teorias da conspiração antissemitas que prosperam na retórica dos movimentos políticos” e “como a imigração para a Europa levou a um aumento do antissemitismo”.

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Pirata do mundo: 10 pontos que marcaram o 1º ano do novo governo Trump

Donald Trump completa, nesta terça-feira (20), um ano desde seu retorno à Casa Branca, com um segundo mandato marcado por decisões e embates que abalaram os Estados Unidos e todo o planeta. Sem freios e imprevisível, o republicano age como "presidente do mundo" frente a adversários e aliados. Em 12 meses, o presidente norte-americano lançou mão de um tarifaço global, ordenou ataques militares e ameaçou até países parceiros. Internamente, encampou uma ofensiva sem precedentes contra imigrantes, perdoou invasores do Capitólio e perseguiu instituições, universidades e a imprensa.

Em 10 pontos, as principais medidas que marcaram o período:

1.     Caçada a imigrantes

2.     Perdão aos invasores do Capitólio

3.     O tarifaço global que chacoalhou o mundo

4.     Perseguição a universidades, imprensa e advogados

5.     Parceria com Israel e tensão máxima com o Irã

6.     Entre o amor e o ódio com Putin e Zelensky

7.     'Execuções' no Caribe

8.     Captura de Maduro e ameaças à Groenlândia

9.     'Guerra às vacinas' e 'morte' da USAID

10.   Os arquivos secretos do caso Epstein

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Tá se "achando": Tarcísio incomoda aliados ao represar repasse para prefeituras paulistas

A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) represou a transferência de recursos para prefeituras realizarem investimentos (como compra de veículos ou execução de obras) em 2025, frustrando aliados do governador que esperavam apresentar essas entregas à população em ano pré-eleitoral. Em 2024, em valores corrigidos pela inflação, a liberação (empenho) de recursos para serem investidos por meio de transferências a municípios de São Paulo somou R$ 1,7 bilhão, segundo dados da Secretaria da Fazenda e Planejamento. Em 2025, até a segunda quinzena de dezembro, havia sido de quase R$ 1,27 bilhão. Na última semana do ano, em meio a cobranças públicas de aliados, o governo paulista liberou mais R$ 424 milhões -quase igualando o valor do ano anterior (apenas R$ 5 milhões a menos).

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19 janeiro 2026

Pirataria pura: Trump intensifica pressão sobre a Groenlândia

A ameaça de tarifas comerciais e o envio de tropas europeias ao Ártico marcaram um novo capítulo da escalada diplomática em torno da Groenlândia. No centro da crise está o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que declarou que “chegou a hora” de agir diante do que considera falhas históricas da Dinamarca na defesa do território. A declaração foi feita nesta segunda-feira (19), depois de Trump anunciar que poderá impor tarifas de até 25% a países europeus que se oponham aos planos americanos para a ilha. Segundo o republicano, a pressão econômica só será suspensa caso haja um acordo que permita aos Estados Unidos assumir o controle total da Groenlândia. Na avaliação do presidente, a Dinamarca ignorou alertas feitos ao longo de duas décadas pela OTAN sobre a presença russa na região. Para Trump, essa omissão teria criado um vácuo de segurança que agora justificaria uma ação direta de Washington. “Infelizmente, nada foi feito. Agora chegou a hora”, 
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