Líderes da Oposição acionou o
Tribunal de Contas da União (TCU) nesta terça-feira para que apure se
houve crime de responsabilidade e
improbidade administrativa. O documento cita o ex-ministro da Saúde Eduardo
Pazuello , o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da
República, Onyx Lorenzoni, o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde
Elcio Franco, o ex-secretário especial de Comunicação Social Fábio Wajngarten e
seu então número dois, Samy Liberman. Ao todo, R$ 52 milhões teriam sido desviados para pagar
campanhas de publicidade institucional. Os recursos foram obtidos por meio de
créditos extraordinários autorizados pela Medida Provisória (MP) 942/2020, que
liberou R$ 639 milhões em verbas de combate à pandemia para a Presidência da
República e para os ministérios da Justiça e da Mulher, da Família e dos
Direitos Humanos. “A execução da despesa começa com uma proposta de campanha
apresentada pela agência de publicidade Calia/Y2, a SECOM, à época dirigida
pelo Sr. Fabio Wajngarten. Dessa propositura
surgiram quatro Termos de Execução Descentralizada – TED’s firmados entre a
SECOM e os ministérios da Saúde e Cidadania que objetivaram a realização de
campanhas de divulgação das ações realizadas pelo Governo Federal para atenuar
os efeitos da crise provocada pela pandemia”, diz o documento.
16 junho 2021
Reginaldo Monteiro

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