Segurança na fronteira, economia e sistema de saúde. Serão essas as três
prioridades de seu governo, disse nesta quinta-feira (10) o presidente eleito
dos EUA, Donald Trump. Ele não quis responder sobre outro plano que
protagonizou sua campanha: o veto à entrada de muçulmanos no país, plataforma
depois amenizada para "apenas" aqueles vindos de países com histórico
terrorista -como sírios que fogem da guerra civil local, quase um quarto dos 21
milhões de refugiados no mundo, segundo a ONU. Questionado se trabalharia com o
Congresso (que manterá maioria republicana) para tirar a proposta do papel, ele
nada disse sobre o assunto. "Obrigado a todos", disse e saiu de cena.
Em Washington, Trump encontrou com líderes republicanos após sua primeira
reunião com o presidente Barack Obama. Conversou com repórteres na saída do
bate-papo com congressistas do partido, entre eles o líder da maioria no
Senado, Mitch McConell, e o presidente da Câmara, Paul Ryan, com quem teve
atritos durante a campanha presidencial. Trump disse ter "muitas ótimas
prioridades", que deixarão "as pessoas muito, muito felizes". "Estamos
vendo com firmeza a [questão da] imigração, vamos analisar as fronteiras.
Estamos analisando com muita firmeza o sistema de saúde e os empregos, empregos
bons." Na corrida contra a democrata Hillary Clinton, o republicano
prometeu repelir o Obamacare, reforma no sistema de saúde implementada pelo
atual presidente. Ao lançar sua candidatura, em junho de 2015, disse que seria
"o melhor presidente para [gerar] empregos que Deus já criou".
Reginaldo Monteiro

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