13 agosto 2013

Há 100 anos Bauru era excomungada pela Igreja Católica

13 de agosto de 1913. Há exatos 100 anos, Bauru presenciava a destruição de uma de suas primeiras capelas, a do Divino Espírito Santo, localizada na praça Rui Barbosa. O ato resultou de um impasse vivido na época entre a Igreja Católica em Bauru e o poder público, que desejava urbanizar o espaço em que ficava a antiga capelinha, hoje área de passeio, para a remodelação da praça. A demolição do imóvel na calada da noite por populares culminou com a excomunhão da cidade, que só ganhou a autorização oficial do papa para voltar a celebrar atos sacramentais 64 anos depois. A derrubada da capelinha repercutiu rapidamente e gerou descontentamento imediato do então bispo da Diocese de Botucatu, dom Lúcio Antunes de Souza, que condenou a cidade no mesmo momento. De acordo com a Diocese de Bauru, o documento oficial sobre punição não cita a palavra excomunhão, mas sim “interdicto”, o que, segundo o padre Marcos Pavan, pároco da Catedral do Divino Espírito Santo, teria o mesmo sentido, já que decorreria da proibição de realização de atos sacramentais.
(JCnet)
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