O júri popular decidiu, nesta quarta-feira, pela absolvição da advogada Carla Cepollina, acusada de matar o coronel Ubiratan Guimarães em 2006. Os jurados consideraram insuficientes as provas apresentadas pela acusação.
O julgamento ocorre desde segunda-feira no Fórum da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. O promotor do caso, João Carlos Calsavara, disse que não vai recorrer.
O coronel foi encontrado morto em 10 de setembro de 2006. Ele estava em seu apartamento, no bairro dos Jardins, em São Paulo. A partir de uma investigação policial, o MP (Ministério Público) considerou que a então namorada de Guimarães, Carla, teria atirado nele por ciúmes.
Os sete jurados (seis homens e uma mulher) responderam a seis perguntas que definiriam se houve crime, além das qualificadoras válidas (motivo torpe, recurso que impossibilitou defesa da vitima e agravante de a vitima ter mais de 60 anos).
(Band)
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