O Brasil voltou a ocupar posições estratégicas na economia global,
melhorou a capacidade de gerar empregos e reforçou programas de proteção
social. A lógica do governo federal é simples: soberania não é apenas defender
fronteiras, mas garantir que decisões, leis e políticas sejam feitas em
benefício do interesse público, sem interferências externas.
Um dos maiores marcos dessa retomada é a saída do Brasil do Mapa da
Fome, anunciada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a
Agricultura (FAO). Entre 2022 e 2024, o país conseguiu reduzir drasticamente a
insegurança alimentar grave, após ter retornado a esse cenário em 2021. Na
prática, significa que milhões de famílias voltaram a ter direito a três
refeições diárias.
O Brasil encerrou 2024 com a menor taxa de
desemprego dos últimos 12 anos: 6,6%. É um cenário próximo do pleno emprego,
considerando que em 2021 o índice havia chegado a 14,9% — o pior da série
histórica.
Na educação, o ensino em
tempo integral alcançou mais de 1 milhão de
estudantes em 2024, o equivalente a 33 mil
salas de aula.
Na saúde, o programa Mais Médicos praticamente dobrou a
cobertura, passando de 13 mil para mais de 26 mil profissionais atuando em 4,5 mil
municípios.
A soberania nacional se expressa, também, na capacidade de
cuidar da própria biodiversidade. Em 2024, a Amazônia registrou a menor taxa de
desmatamento da década.
Nos últimos dois anos, o Brasil abriu mais de 340 mercados para
o agronegócio e ampliou a inserção comercial em regiões estratégicas como
China, União Europeia e Oriente Médio.

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