A Câmara dos Deputados da Argentina começa a
discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo
governo de Javier Milei ao
Congresso. O Senado já aprovou o texto na semana passada, e a maior central
sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), afirmou que uma
greve geral para o início das discussões do projeto entre os deputados teve
início às 00h nesta quinta (19), segundo a agência Associated Press. A
expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25
de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de
sessões ordinárias do Legislativo. Além da greve geral, também é esperada uma
onda de protestos, embora eles não sejam oficialmente chancelados pela CTG. Em
resposta, o governo Milei determinou que a imprensa siga "medidas de
segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de
"risco" nos protestos esperados para os próximos dias.
19 fevereiro 2026
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - referência oficial da inflação no país - pass...
-
O BC (Banco Central) decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do banco Pleno (ex-Voiter), que já pertenceu ao conglomerad...
-
A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javi...
-
Que nome se dá à intervenção de um país em assuntos internos de outro para favorecer um líder político acusado de ter cometido uma série de ...
-
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), proibiu nesta quinta-feira (19) a criação de qualquer nova lei ou ato normativo q...
-
Nesta terça-feira (5), parlamentares de direita e extrema-direita decidiram obstruir os trabalhos do Legislativo alegando estarem insatisfei...
-
Dá para perceber que os arraiais da direita estão em agitada festa. A causa dessa alegre disposição é o resultado do pleito presidencial nos...

0 comments:
Postar um comentário