Universitários afegãos voltaram às
aulas nesta segunda-feira (6), pela primeira vez desde a tomada do poder no
país pelo grupo fundamentalista Talibã, em um contexto diferente: com barreiras
e estratégias para separar alunos homens de mulheres. No primeiro governo
talibã, entre 1996 e 2001, as mulheres foram impedidas de estudar e trabalhar.
Agora, sob escrutínio internacional multiplicado, o grupo extremista prometeu
moderação e disse que os direitos femininos serão respeitados "de acordo
com a lei islâmica". Há uma série de dúvidas sobre o que isso significa, e
já surgiram registros de repressão de protestos de mulheres. Na universidade de
Avicena, em Cabul, estudantes homens foram separados das mulheres em salas da
aula. No domingo (5), o Talibã anunciou que aceitaria que alunas frequentassem
universidades particulares sob determinadas condições, segundo a agência de
notícias AFP.
07 setembro 2021
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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