25 setembro 2018

MONGAGUÁ: Exame aponta que jovem grávida foi dopada antes de ser morta por seita


Os resultados do exame toxicológico feito em Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, comprovaram que a jovem que estava grávida, foi dopada antes de ser morta em uma praia em Mongaguá, no litoral paulista em julho deste ano. A polícia investiga esta possibilidade, antes da vítima ter sido afogada. Segundo laudo divulgado pelo portal G1, Atyla teria ingerido várias substâncias de uso controlado antes de morrer, os documentos também apontavam uma quantidade excessiva de álcool no sangue da vítima. Segundo o advogado da família da vítima o exame seria uma prova de que o casal Sergio Ricardo Re da Mota, de 47 anos, e Simone Melo Koszegi, de 41, envenenaram Atyla antes de levá-la à praia, onde ela foi encontrada morta. As investigações concluíram que Atyla, que estava grávida de três meses, foi morta propositalmente, após o término da carência do seguro, para que o casal recebesse a indenização.
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