A história da fosfoetanolamina, a "pílula do câncer", teve
início na década de 1990, com a distribuição de cápsulas pelo professor da USP
Gilberto Chierice sem a existência de estudos que comprovassem sua eficácia.
Decisões judiciais pró e contra sua oferta surgiram, e grupos pró e contra a
pílula travaram disputas sobre seus benefícios. A novela pode ter entrado em
seu capítulo final nesta sexta (31), com a divulgação dos resultados de um
estudo do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). Após oito meses,
o estudo financiado pelo governo do Estado de São Paulo foi suspenso por falta
de "benefício clínico significativo" para os pacientes. De 59
pacientes avaliados até então, apenas um, que tinha melanoma, teve melhora do
quadro clínico. Esse paciente e aqueles que ainda estão em tratamento poderão
continuar recebendo as cápsulas, mas não serão incluídos novos pacientes.
01 abril 2017
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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