13 outubro 2015

"Não há a mínima condição de Cunha presidir a Câmara", diz governador tucano

Governador de Mato Grosso, Pedro Taques trocou o posto de procurador do Ministério Público Federal (MPF) pela política em 2010. Fez sua trajetória política pelo PDT, mas há dois meses mudou para o PSDB. Alinhado com a bandeira tucana, Taques defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB) da presidência da Câmara. Para o governador, Cunha deve ser afastado do comando da Casa. "Não falo pelo PSDB, mas não há a mínima condição dele presidir a Câmara", afirmou em entrevista durante o Meeting Internacional, evento do Lide (Grupo de Líderes Empresariais) encerrado no domingo (11) em Montevidéu. Taques refutou as afirmações da situação sobre o movimento pelo impeachment costurado pela oposição. "Falar em um golpe democrático parece um desconhecimento sobre o momento que nós vivemos. Impeachment não se apresenta como golpe porque é um caminho previsto na Constituição", lembrou.
(Último Segundo)
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