Governador de Mato Grosso, Pedro Taques trocou o posto de
procurador do Ministério Público Federal (MPF) pela política em 2010. Fez sua
trajetória política pelo PDT, mas há dois meses mudou para o PSDB. Alinhado com
a bandeira tucana, Taques defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff
(PT) e a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB) da presidência da Câmara. Para
o governador, Cunha deve ser afastado do comando da Casa. "Não falo pelo
PSDB, mas não há a mínima condição dele presidir a Câmara", afirmou em
entrevista durante o Meeting Internacional, evento do Lide (Grupo de Líderes
Empresariais) encerrado no domingo (11) em Montevidéu. Taques refutou as
afirmações da situação sobre o movimento pelo impeachment costurado pela
oposição. "Falar em um golpe democrático parece um desconhecimento sobre o
momento que nós vivemos. Impeachment não se apresenta como golpe porque é um
caminho previsto na Constituição", lembrou.
(Último Segundo)
