06 agosto 2017

Governo se vê mais forte para superar novas denúncias de Janot

Michel Temer iniciou aquela quinta-feira, 18 de maio, com uma conversa pragmática. Um de seus auxiliares mais fiéis disse que ele seria "triturado" pela imprensa, que sua família, seus aliados, todos seriam escrutinados com lupa. Finalizou o diagnóstico com uma pergunta: "O sr. quer passar por isso?". Ainda atordoado, Temer parecia não saber. Era o dia seguinte à explosão da delação da JBS, publicada pelo jornal "O Globo". Na noite do dia 17, um assessor levara a notícia ao seu gabinete. O título dizia que o presidente havia sido gravado dando "aval" para Joesley Batista impedir a delação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com propina.Temer convocou os auxiliares mais próximos: Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo). Foi alvo de um interrogatório.
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