A ANS
(Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir nesta segunda-feira (12), em reunião da
diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para os planos de saúde
individuais ou familiares. A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo
a projeção da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), com base na
metodologia de aumento adotada pela ANS e em cálculo de consultorias. A
medida vai afetar 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e
familiares, o que representa 17,6% do total de consumidores de planos de
assistência médica no Brasil. O setor atingiu um total de 50.573.160 usuários
em abril deste ano, o maior número desde novembro de 2014. O aumento vai valer
para contratos feitos a partir de janeiro de 1999 e poderá ser aplicado pela
operadora a partir da data de aniversário da contratação do plano. O percentual
será válido entre junho de 2023 a maio de 2024. No ano passado, a agência
autorizou reajuste de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o
maior índice desde o início da série histórica, em 2000. Em 2020, os planos
ficaram congelados por causa da pandemia de Covid-19. Já em 2021, pela primeira
vez, a ANS definiu redução de 8,19% nos valores das mensalidades.
(R7)

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