A CPI mista dos Atos Golpistas aprovou
nesta terça-feira (13) os pedidos de convocação de aliados e ex-integrantes do
governo do ex-presidente Jair Bolsonaro,
como Anderson Torres ,
Braga Netto e Augusto Heleno, e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Todos serão ouvidos como
testemunhas, e as datas ainda serão definidas. O próximo encontro da CPI
está marcado para o dia 20 de junho. Também nesta terça, os parlamentares
rejeitaram pedidos para convocação de autoridades nomeadas pelo governo Lula,
entre elas: o ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI),
Gonçalves Dias; o ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência
(Abin), Saulo Moura da Cunha. Segundo entendimentos do Superior Tribunal de
Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), testemunhas convocadas por
uma CPI são obrigadas a comparecer para prestar esclarecimentos. Apenas
investigados têm o direito de não comparecer. Um convite para participação do
ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, também foi rejeitado. Por
outro lado, foi aprovado um convite ao ex-interventor federal na segurança
pública do DF, Ricardo Cappelli. No entanto, por ser convite, ele não é
obrigado a comparecer. Também foi aprovado nesta terça um requerimento para que sejam
compartilhados com a CPI mista dados obtidos pela Polícia
Federal no celular do ex-presidente Bolsonaro, durante a operação que apura fraude em
cartões de vacinação dele e de auxiliares.
(g1)
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