A Polícia Federal diz suspeitar que o casal envolvido
no esquema desvio
dos contratos de kit robótica, no
Alagoas, estão ligados em atuações em transações do tipo. Pedro Magno e Juliana Cristina foram
flagrados entregando dinheiro que, supostamente, tem origem no esquema de desvio, e
foram alvos de um mandado de prisão, como parte da operação Hefesto. Eles foram
presos no dia 1 de junho, mas foram liberados no dia seguinte. A PF investigou
que o nome de Pedro e Juliana aparece
em contratos de uma rede de empresas, que são suspeitas de serem fachada, e que
vem recebendo altos valores de companhias com contratos públicos. Dentre essas
empresas, está a Megalic, que foi vencedora de uma série de licitações para a
compra de kit robótica para
Alagoas. A empresa é
ligada a Edmundo Catunda, que é aliado do presidente da Câmara dos
Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e que também é responsável pela construtora que
fez a casa de um dos auxiliares de Lira e que está ligado ao esquema.
(IG)

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