Há duas semanas, Wilson rompeu
a coleira que o ligava a seu tutor e sumiu na Amazônia colombiana enquanto
farejava o rastro de quatro crianças
perdidas que tinham sobrevivido a um acidente aéreo.
Passados os dias, as crianças foram encontradas, mas o cão segue desaparecido. Enquanto
70 militares apoiados por duas cadelas no cio tentam localizar o
pastor-belga-malinois macho na imensidão da selva do departamento de Caquetá
(sul), seus treinadores em Bogotá esperam que ele esteja usando "o seu
instinto de caça" para sobreviver. "É um cão muito forte, muito bem
formado, temos a confiança de que ainda está vivo", disse à AFP o soldado
Elvis Porras, instrutor canino da Escola de Engenheiros Militares, onde Wilson
foi treinado. O soldado espera que o pastor belga de seis anos esteja
"despertando seu instinto de caça para sobreviver", afinal, ele é um
"descendente direto do lobo". Antes de se perder, o cão
"orientou a tropa até pontos cruciais para o rastreamento e para decifrar
o caminho que as crianças estavam fazendo", detalha Edgar Fontecha, outro
instrutor canino da escola militar.
(R7)

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