06 setembro 2022

Pura Misoginia: Cresce rejeição a Bolsonaro entre eleitoras, e pesidente ataca outra mulher

Bolsonaro bateu a cabeça no teto por causa das eleitoras, inclusive evangélicas. Elas rebaixaram a possibilidade de crescimento de Bolsonaro e sua chance de se reeleger. Foi o que mostrou a pesquisa Ipec divulgada segunda-feira. A rejeição a Bolsonaro cresceu de 50% para 54% entre as mulheres, quatro pontos em uma semana (mas ficou estável entre os homens). Bolsonaro também oscilou para baixo entre as mulheres na pesquisa espontânea, de 26% para 25%. O motivo da queda foi a misoginia explícita de Bolsonaro ao reagir com raiva a mulheres que lhe fazem perguntas. Foi descortês com Renata Vasconcellos no Jornal Nacional, atacou Vera Magalhães no debate Band/UOL e ironizou Grabriela Prioli no Twitter. Nesta semana, o presidente quadruplicou o erro ao chamar Amanda Klein de "leviana" durante entrevista à Jovem Pan. No Twitter, o ataque de Bolsonaro a Amanda Klein repercutiu 8 vezes mais do que a propaganda de Michelle, segundo a consultoria Arquimedes. No Google Trends, as buscas por "Amanda Klein" superaram as por "Michelle Bolsonaro" em 12 vezes na terça-feira. Nos 14 mil grupos de WhatsApp monitorados pela plataforma Palver para o TSE, as citações a "Amanda Klein" e a ataques de Bolsonaro a mulheres também dispararam. A sequência ininterrupta de ataques a mulheres revela o Bolsonaro que o Arenão, Michelle e os marqueteiros da campanha na TV tentam esconder, sem sucesso. Enquanto isso, puxa-sacos de Bolsonaro no Facebook e em outras redes comemoraram a misoginia do chefe. Ao fazê-lo, reforçam que o Bolsonaro de verdade é aquele que ataca mulheres em série. Medo explica.

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