Segundo matéria publicada na Folha de S.Paulo, análise de
documentos relativos aos 28 anos de atividade parlamentar de Bolsonaro, de 1991
a 2018, mostra rotatividade salarial atípica de funcionários, que atingiriam
cerca de um terço das mais de 100 pessoas que trabalharam em seu gabinete. Por meio
do Twitter, Randolfe afirmou que pedirá investigação ao Ministério Público
Federal sobre o "vaivém" no gabinete de Bolsonaro, que para o senador
pode se configurar na "prática da rachadinha" - esquema de corrupção
que ocorre quando funcionários de um gabinete devolvem parte de seus salários
para um político ou assessores, informa a Sputnik.
06 julho 2020
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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