Em depoimento ao juiz Sergio Moro, o herdeiro do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, afirmou que o pagamento a políticos em caixa dois era recorrente na empreiteira. Em uma de suas planilhas, as doações eleitorais oficiais eram identificadas como "bônus". "Três quartos do custo estimado das campanhas era caixa dois. Então, o pessoal precisava de caixa dois", disse o executivo, em audiência realizada na segunda (10) e tornada pública nesta quarta (12). Segundo ele, tanto os candidatos não queriam declarar tudo o que gastavam, quanto as empresas não gostavam de mostrar que apoiaram mais um candidato que outro. "Eu limitava o valor de doação oficial. O grupo vai doar oficialmente 70, 80, 90, 100 milhões. Ponto. Fora isso, a decisão de fazer o resto era pelo interesse do candidato, ou do empresário em não aparecer", disse.
12 abril 2017
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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