Diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o
Brasil e outros dez países, o economista Otaviano Canuto diz que há
"margens enormes" para reduzir a sonegação fiscal no país e ampliar
os impostos sobre heranças, imóveis e a renda dos brasileiros mais ricos.
Em entrevista à BBC Brasil, Canuto afirma que a ascensão política dos
mais pobres cria condições para a aprovação das medidas, que reforçariam o
caixa do governo. Ex-professor de economia da Unicamp, Canuto passou
quase uma década no Banco Mundial, onde exerceu os postos de vice-presidente,
diretor executivo e conselheiro sobre os Brics (bloco formado por Brasil,
Rússia, China, Índia e África do Sul). Ele assumiu o posto no FMI em
2015.
16 maio 2016
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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