A uma semana da data prevista para os formados no exterior começarem a atuar no Mais Médicos - após o adiamento por uma semana -, o governo não conseguiu o registro provisório para nenhum dos 682 profissionais. Esse grupo inclui 400 cubanos. Sem o registro, concedido pelos conselhos regionais de medicina, ficam impedidos de trabalhar como médicos. Frente à resistência dos conselhos em registrar médicos sem diplomas revalidados - medida dispensada pelo programa -, o governo subiu o tom e avisou que avalia ações judiciais contra as entidades. Elas podem incluir alegação de improbidade administrativa e pedido de ressarcimento pelas bolsas pagas aos médicos que ficarem impedidos de atuar por um prazo.
(Folha)

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