Aconteceu no dia 9 de
julho de 2018, a menos de três meses do primeiro turno das eleições daquele
ano, quando o então deputado federal Eduardo Bolsonaro dava uma palestra em um
cursinho de Cascavel, no Paraná, para matriculados que desejavam ingressar na
Polícia Federal.
Um deles perguntou-lhe: –
Haveria possibilidade de o Exército intervir se o Supremo Tribunal Federal
tentasse impedir que Jair Bolsonaro assumisse a presidência da República? Eduardo
respondeu: “Cara, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda
nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o
cabo, não. O que é o STF? Tira o poder da caneta de um ministro. Se prender um
ministro, você acha que vai ter uma manifestação popular a favor do ministro do
STF, milhões na rua?”
O mais ideológico dos
filhos de Bolsonaro, sob a desculpa de que o ministro Alexandre de Moraes o
persegue e ao seu pai, anunciou que se licenciará do mandato. Embarcará para os
Estados Unidos, onde se sente seguro. São dois fujões covardes. Foi dos Estados
Unidos que Bolsonaro assistiu ao golpe de 8 de janeiro. Eduardo tem como missão
preparar mais uma fuga de Bolsonaro se Donald Trump garantir-lhe asilo
político. Patriota que bate continência a pneu compreenderá o gesto extremo do
filho em defesa do pai.
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