18 março 2025

Defensor de torturador: Aproveita Bolsonaro, a liberdade que a ditadura negou a muitos

Sopraram para Bolsonaro uma frase que ele seria incapaz de construir por lhe faltarem imaginação e cultura para tanto. Enquanto presidente, seu livro de cabeceira eram as memórias do coronel Brilhante Ustra, torturador à época do regime militar. No comício em Copacabana onde defendeu uma anistia para os golpistas do 8 de janeiro de 2023, e por tabela para ele mesmo, Bolsonaro disse a frase que alguém lhe soprou: “Chega de órfãos no Brasil de pais vivos”.

 

Recuemos no tempo. 1968, Festival Internacional da Canção no Maracanãzinho; estádio lotado. O paraibano Geraldo Vandré leva a plateia ao delírio ao cantar “Pra não dizer que não falei das flores”. A música virou o hino da resistência à ditadura e foi censurada.

 

Ela dizia a certa altura: “Há soldados armados, amados ou não/ Quase todos perdidos de armas na mão/ Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição/ De morrer pela pátria e viver sem razão/ Vem, vamos embora, que esperar não é saber/ Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

 

(Trechos extraídos do Blog do Noblat)

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