O
agendamento da votação foi anunciado na terça (25) pelo presidente da Câmara,
Ricardo Teixeira (União), em reunião com os líderes da Casa. A proposta, de
2017, voltou às discussões no Legislativo após o Supremo Tribunal Federal (STF)
decidir que é constitucional que as guardas
civis realizem patrulhamento ostensivo comunitário. O tema foi parar no STF
após recurso apresentado pela própria Câmara Municipal, em 2010. Um ano antes,
em 2009, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) havia julgado
inconstitucional em relação à Constituição do estado uma lei de 2004 que dava
poderes à GCM de fazer tais ações. “Todo esse trabalho que a Guarda Metropolitana
já exerce já é uma atividade de polícia para a segurança das pessoas. A gente,
agora, faz essa ação de alterar o nome mais para fortalecer essa presença
importante”, disse o prefeito Ricardo Nunes.
26 fevereiro 2025
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog

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