Em entrevista à CNN,
o advogado e professor de Direito da PUC-SP Georges Abboud afirmou que os
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) precisam separar a religião da
atuação na Corte. Nesta terça-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou que
indicará o atual advogado-geral da União, André Mendonça, que é pastor
presbiteriano, à vaga do ministro Marco Aurélio Mello. De acordo Abboud,
se essa substituição se concretizar, "para o bem da democracia brasileira
e do STF tomara que o predicado 'terrivelmente evangélico' seja posto pelo
jogador de lado". "Ao ser ministro do STF se julga tendo por
norte a Constituição e a lei, não a sua moral religiosa, que é de foro
íntimo", explicou. Mendonça também é pastor presbiteriano da Igreja
Presbiteriana Esperança, localizada em Brasília, e ex-ministro da Justiça por
um período no governo Bolsonaro.
07 julho 2021
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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