Após 85 dias dentro de uma cela de oito metros quadrados no
Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio,
Monique Medeiros da Costa e Silva não exibe mais megahair no cabelo e unhas de
acrigel nem ostenta mais roupas e bolsas de grife. Presa preventivamente pela
morte do filho, Henry Borel Medeiros, de 4 anos, ela diz acordar às 7h30,
usufruir de quatro blusas e duas camisas da Secretaria de Administração
Penitenciária (Seap), e manter a rotina de leitura e escrita. Nos últimos dias,
tem se debruçado em um livro em que narra o relacionamento abusivo que diz ter
vivido com o médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho.
Sobre ele, que também é réu pelo crime, a professora diz não “conhecê-lo”.
Durante
aproximadamente duas horas, Monique narrou em detalhes o casamento com Leniel
Borel de Almeida, o nascimento de Henry e os desgastes da relação do casal -
segundo ela, provocados, sobretudo, pela distância do trabalho do engenheiro,
no Espírito Santo. Com o início da pandemia do coronavírus, a família se juntou
novamente, em uma cobertura no Recreio, mas ela decidiu pedir o divórcio, em
setembro do ano passado.
06 julho 2021
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog

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