O
deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo Jair Bolsonaro (sem
partido) na Câmara, é acusado pela Receita Federal de usar empresas para
simular operações financeiras e não ter comprovado a origem de depósitos
bancários que somam R$ 2,2 milhões, feitos entre 2013 e 2015. A informação foi
divulgada pelo jornal "Folha de S. Paulo". Segundo a reportagem, a
investigação do fisco levou à abertura de um inquérito pela Polícia Federal
(PF) sobre a suspeita de prática de lavagem de dinheiro decorrente de
corrupção. Ao jornal, Barros negou ter cometido crimes e diz que é “vítima do
ativismo político que imperou nos órgãos de fiscalização nesse período
recente”, e que a PF foi “induzida a erro pela Receita, que simulou uma
situação contábil fictícia”.
07 julho 2021
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
Duas ações foram protocoladas nesta segunda-feira (2) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por pr...
-
O ex-ministro da Previdência Carlos Lupi (PDT) é citado na delação premiada dos ex-dirigentes do INSS André Fidelis e Virgílio de Oliveira F...
-
André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” ministro do Supremo Tribunal Federal nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, é também “terri...
-
Em tramitação na Câmara desde 2024, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública deve ser votada nesta semana, segundo o p...
-
Poucas partes da nossa anatomia recebem mais atenção do que o nosso traseiro. Foco de atração indiscutível, os artistas sempre souberam que...
-
Dois dias após matar a própria mãe espancada e enforcada em São Paulo, Washington Ramos Brito, de 32 anos, foi morto dentro do Centro de Det...
-
Drones e mísseis explosivos do Irã têm expandido seu alcance para muito além de instalações militare...

0 comments:
Postar um comentário