Defensor de ampla revisão dos acordos de delação premiada, o ministro Marco Aurélio, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que o caso de Joesley Batista, um dos donos da JBS, é emblemático porque ele foi apontado pelo próprio Ministério Público Federal como líder de organização criminosa e recebeu o benefício de não ser denunciado, apesar de confessar crimes. A declaração foi feita nesta quinta (29) durante o julgamento sobre os limites da homologação de um acordo de colaboração, pautado justamente por causa dos benefícios concedidos aos executivos da JBS. Marco Aurélio foi vencido, e os ministros barraram a tentativa de aumentar o alcance para revisar as delações. A lei que baliza a colaboração premiada permite que o Ministério Público deixe de oferecer denúncia em duas situações: se o delator não for o líder da organização criminosa e se for o primeiro do esquema a fechar acordo.
30 junho 2017
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
Acesse e curta nossa Fanpage
Mais Lidas
-
Boracéia está entre os 30 municípios brasileiros com melhor desempenho em desenvolvimento sustentável, segundo o Índice de Desenvolvimento S...
-
A Polícia Civil cumpriu, na manhã de segunda-feira, 26, três mandados de busca e apreensão em endereços ligados a investigados por maus-trat...
-
Um juiz federal de Minnesota, nos Estados Unidos, intimou o chefe do ICE, a agência de imigração american...
-
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (27) corte de 7,8% no preço do gás natural vendido às distribuidoras de gás encanado do país. Os novo...
-
A influenciadora Irmã Mônica, conhecida nas redes sociais por sua defesa enfática do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a vir...
-
Fundos administrados pela Reag Trust utilizaram um CNPJ inválido para registrar participações avaliadas em cerca de R$ 4,1 bilhões em açõ...
-
A movimentação de Michelle Bolsonaro junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) em defesa do pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro am...

0 comments:
Postar um comentário