Uma em cada cinco refugiadas – ou mulheres deslocadas em complexos
humanitários – sofreu violência. O número, divulgado pela Organização das
Nações Unidas (ONU), ainda é subnotificado e serve como alerta no Dia Laranja
pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado neste domingo (25). Segundo
a ONU, a discriminação contra mulheres e meninas é causa e consequência do
deslocamento forçado e da apatridia (falta de nacionalidade e de cidadania).
Muitas vezes, essa discriminação é agravada por outras circunstâncias, como
origem étnica, deficiências físicas, religião, orientação sexual, identidade de
gênero e origem social. As mulheres representam 49% das pessoas refugiadas em
2016, de acordo com relatório Tendências Globais do Alto Comissariado das
Nações Unidas para Refugiados (Acnur). Aquelas que estão desacompanhadas,
grávidas ou são idosas estão ainda mais vulneráveis.
25 junho 2017
Reginaldo Monteiro
Administrador do Blog
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