A publicação britânica "The Economist" divulgou uma reportagem nesta quinta-feira (20) sobre o que eles chamaram de "as vítimas de Fachin", com o título "Novas sondagens de corrupção no Brasil e suas consequências". No texto, o jornalista compara as delações premiadas dos executivos e ex-executivos da Odebrecht com um lançamento do Netflix: "eles são fascinantes, mas até agora deixaram o mundo real sem serem perturbados". A publicação explica com mais detalhes alguns casos escolhidos a dedo, como o do presidente Michel Temer, do senador Aécio Neves e do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. A revista salienta também o esforço de Temer "para projetar um ar de normalidade" e um suposto cinismo dos eleitores. Temer tem sorte que os eleitores estejam com uma postura mais cínica do que incendiária. Não há planos de que se repita os grandes protestos anticorrupção que ajudara a tirar Dilma Rousseff no ano passado."
20 abril 2017
Reginaldo Monteiro
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