Entre os senadores que votam nesta quarta-feira (11) o processo de
impeachment da presidente Dilma Rousseff, 58% respondem por investigações em
casos de improbidade administrativa e/ou corrupção passiva. A informação é de
uma levantamento da BBC Brasil e da ONG Transparência Brasil. O perfil médio do
Senado: homem, branco, acima dos 60 anos, com formação universitária,
patrimônio declarado à Justiça eleitoral por volta dos milhões de reais,
família de tradição política, filiação a um partido de centro e carreira longa
no Congresso. Os dados foram coletados pelo portal Congresso em Foco.
Citados na lista da Odebrecht:
Aécio Neves (PSDB-MG);
Ana Amélia (PP-RS); Armando Monteiro Neto (PTB-PE); Cássio Cunha Lima (PSDB-PB);
Ciro Nogueira (PP-PI); Fernando Coelho Bezerra (PSB-PE); Gleisi Hoffmann
(PT-PR); Humberto Costa (PT-PE); Jader Barbalho (PMDB-PA); José Agripino
(DEM-RN); José Serra (PSDB-SP); Lindbergh Farias (PT-RJ); Randolfe Rodrigues
(Rede-AP); Renan Calheiros (PMDB-AL); Romero Jucá (PMDB-RR); Vanessa Graziottin
(PCdoB-AM).
