Um documento protocolado por integrantes do Hospital de Base (HB) à Divisão Regional de Saúde (DRS-6) expõe a fragilidade no atendimento, já precário, que vem sendo realizado na unidade e os problemas acumulados decorrentes da indefinição na gestão. O documento, também de conhecimento do prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB), ainda não recebeu resposta. Segundo funcionários consultados pelo JC no Hospital de Base já faltam insumos para procedimentos básicos.
O documento protocolado no órgão responsável pela gestão dos serviços hospitalares em Bauru pelo governo do Estado no último dia 09 deste mês ainda está em aberto. De outro lado, na próxima quarta-feira, dia 21, uma mesa redonda no âmbito do Ministério Público do Trabalho (MPT) busca solução para outro impasse: a transferência de pouco mais de 1.000 funcionários da AHB para o novo gestor.
Os questionamentos à DRS-6 foram apresentados na última reunião da Comissão de Transição que estaria preparando a transferência de gestão da AHB para a Fundação para o Desenvolvimento Médico Hospitalar (Famesp), de Botucatu. Representantes da Prefeitura de Bauru tiveram acesso ao conteúdo.
Entre as principais preocupações administrativas e de gestão, o documento indaga: “O que fazer com os pacientes ainda internados no Hospital de Base a partir do dia 29 de dezembro, em especial as 30 vagas de UTI? Eles serão transferidos, como e para onde? Há plano de gestão para essa situação?”
Os contratos de manutenção de insumos, como gases medicinais, manutenção e funcionamento de equipamentos, elevadores, fornecimento de água para hemodiálise, entre outros, serão rescindidos?
(JCnet)
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