29 abril 2018

REFLEXO DA ECONOMIA: Analistas já revisam para baixo projeções para emprego em 2018


O ritmo de recuperação da economia mais lento que o esperado já começa a se refletir no emprego. No primeiro trimestre, o total de trabalhadores com carteira assinada no setor privado caiu ao menor patamar já registrado na pesquisa Pnad Contínua, do IBGE, que teve início em 2012. E analistas começam a rever, para baixo, as projeções da criação de vagas formais este ano. O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), por exemplo, reduziu de 700 mil para 500 mil sua previsão de criação de empregos formais este ano. "O PIB afeta a estimativa de geração de vagas, com certeza. Grosso modo, está havendo uma frustração de crescimento (da economia)", disse o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Ibre/FGV. Os desempenhos decepcionantes nos principais setores da economia - indústria, comércio e serviços - também levaram a Confederação Nacional do Comércio (CNC) a reduzir sua projeção de criação de empregos formais de 1,420 milhão para 1,380 milhão.
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